Na caverna em que Jesus nasceu, em Belém

Tive, ontem, a honra de estar na Gruta da Natividade, onde a tradição cristã crê que Jesus nasceu, durante a véspera de Natal. Aproveito para desejar, com algum atraso, ótimas festas aos leitores deste Orientalíssimo blog. Como presente natalino, vejam abaixo um trecho da cantorina na Igreja da Natividade –e perdoem a qualidade do vídeo, gravado em celular.

Comentários

  1. Foi emocionante ver na Síria os principais e verdadeiros líderes religiosos muçulmanos comungando com os cristãos o Natal.As religiões tem o poder de unir os povos dos mais diferentes dogmas do ateu ao mais crente mas quando potências fazem uso político delas desvirtuando seus valores e princípios a fim de fomentar guerras temos a desgraça que está ocorrendo lá.

    1. Exatamente, assim como aqui no Brasil onde rabinos e sheiks conversam como irmãos!

      Lembrando que o Quaran veio corroborar os livros anteriores! E somos todos filhos de Abraão, Ismael e Jacó.

      Abraço.

      1. E também os árabes tem muito aprender com o Brasil, sem luta de tribos , entre irmãos , matando uns aos outros.
        Brasil tem muito a ensinar.

        1. Ah é o Brasil É UM PAÍS PERFEITO (nenhum brasileiro mata outro brasileiro, acho que os dados oficiais, que giram em torno de 50 mil por ano, são mero engodo) hahaha, você precisa ler mais sobre as várias guerras civis que tivemos, mesmo sem cunho religioso, aliás, é isso que tratei em meu comentário!

          Lembrando que mesmo o Iraque e a Síria em guerra civil matam menos por ano que nosso país que, como tu disse, tem muito a ensinar em questão de segurança.

          1. Por favor, afinal não estamos falando pessoalmente e sim pela internet, leia-se o ambiente frio do mesmo, fica difícil pegar piadinhas!

            😉

            Insisto que não termos conflitos religiosos aqui é algo notável e maravilhoso.

      2. Lembro também que em Damasco havia uma comunidade de judeus de próspero e respeitados comerciantes quando até mesmo sírios buscavam aconselhamentos espirituais junto aos rabinos e que o projeto sionista ajudou a destruir após a Nakba.

        1. Caro Moisés, é verdade, havia várias comunidades judaicas que gozavam de grande prestígio no mundo árabe até os anos 50. Infelizmente, os árabes juntaram tudo no mesmo saco e culparam os judeus como um todo pelo conflito na Palestina, expulsando os judeus de grande parte dos países árabes. Você pode até argumentar que, não fosse o projeto sionista a se estabelecer na região, as comunidades judaicas ainda estariam nos países árabes, mas seria o mesmo que dizer que o assassinato do Arqueduque Franz Ferdinand “ajudou a destruir” a comunidade albanesa de Kosovo. Esse tipo de afirmação mascara os principais agentes dessa outra Nakba – da qual pouca gente fala – que foi a expulsão sumária dos judeus da Síria, Líbano, Egito, Jordânia, Iraque, entre outros.

          1. Você esperava que seguissem tendo grande prestígio com os acontecimentos da Palestina?

            Quase ninguém sabe, mas imigrantes e descendentes de japoneses na segunda guerra foram presos em campos por serem automaticamente considerados espiões devido a sua origem..

            Enfim, toda reação tem uma contra reação, menos no Brasil, onde todos fazem o que querem e não acontece nada.

          2. Beto,posso falar no caso específico da Síria e penso que a sua comparação não procede pois vc esquece de um detalhe visto que Israel ansiava por povoar o novo Estado e aproveitou o clima de guerra para estimular a emigração judia oferecendo benefícios para isso,mesmo assim até a década de 70 ainda havia em bom número de judeus na síria e digo mais ainda que ao contrário do que muitos pensam ainda hoje existem judeus russos.

          3. Heitor, infelizmente eu não esperaria nada diferente. E acho que hoje em dia cada vez mais gente sabe dos campos de prisioneiros de ascendência japonesa nos EUA durante a segunda guerra.

            Você quis dizer “para toda ação há uma reação”, ou algo do tipo, não? Pois bem, em geral a história mostra que a reação se dá sobre as pessoas erradas (como nos dois casos que levantamos).

            E eu continuo mantendo que os principais responsáveis pela expulsão das comunidades judaicas dos países árabes foram os governos desses próprios países, assim como o governo dos EUA foi o principal responsável pelos campos de prisioneiros japoneses na segunda guerra, e não o Japão.

          4. Beto concordo com você que os governos árabes foram responsáveis pela expulsão das comunidades judaicas, o que tentei dizer é que essa ação foi uma resposta a primeira sionista.

            E concordo, também, que infelizmente foi contra o público errado.

          5. Moisés, aparentemente sua intenção é colocar a responsabilidade pela expulsão dos judeus dos países árabes no colo dos sionistas, mas eu continuo discordando. Na minha opinião, a maior responsabilidade é sim dos países que promoveram tal expulsão.

            Quanto à existência de comunidades judaicas na Síria até os anos 70, isso é verdade – ao contrário de outros países árabes, a Síria não expulsou os judeus. Mas você omitiu uma série de fatos a respeito. Para começar, em 1948, o governo sírio confiscou os passaportes de judeus, impedindo-os assim de saírem do país. No mesmo ano, foi proibida a venda de propriedades pertencentes a judeus. Em 1953, as contas bancárias de judeus foram congeladas e suas propriedades foram confiscadas. Em 1964, judeus foram proibidos de viajar mais de 3 milhas longe de suas residências, foram proibidos de trabalhar em instituições bancárias ou governamentais, de ter carteira de habilitação, e de comprar propriedades. Apenas a um judeu que precisasse viajar para o exterior por motivos médicos ou profissionais era permitida a saída, condicionada a um depósito de um valor em torno de 1000 dólares, e à permanência de membros da família como reféns para garantir seu retorno.

            Durante esse período, em alguns momentos pontuais as restrições foram levantadas, condicionadas a que os judeus que estivessem emigrando deixassem para trás todas suas posses, que revertiam para o governo. Mas mesmo esses momentos foram breves, voltando as restrições assim que as primeiras levas de judeus deixavam o país.

            Muitos judeus fugiram clandestinamente do país, arriscando suas vidas, pois a pena em caso de captura era execução ou trabalhos forçados. Se a fuga fosse bem sucedida, os parentes próximos eram condenados à prisão. Em 2012, relatos dão conta de que haviam apenas 22 judeus em toda a Síria, todos idosos, concentrados em um prédio em Damasco.

            Posto tudo isso, você ainda quer colocar o ocaso da comunidade judaica síria na conta dos sionistas?

            E não entendi sua afirmação a respeito da Rússia, nem o que isso tem a ver com a discussão atual. Se puder desenvolver mais, eu agradeço.

          6. Beto,a partir de algum ponto as coisas acontecem e não dá pra dissociar o que aconteceu tanto aos palestinos quanto aos judeus do modus operandi do sionismo e como foi dito toda ação gera uma reação mas particularmente acho que o ser humano tem a capacidade de contrariar essa lei reagindo sim mas no seu tempo e na hora certa e não de forma intempestiva que no caso árabe acabou sobrando para os judeus árabes(se é que podemos assim chamá-los) mas os árabes tem aprendido a lidar com as provocações sionistas. Vou te dar um exemplo atual:Quando um país ataca ou provoca outro o faz esperando uma reação seguro da força que tem em vencê-lo(lembra 47,67 dentre outros)e quando Israel atacou a Síria 4 vêzes sob o pretexto mentiroso de destruir armas pro Hezbollah(ação que os militares israelenses chamaram de “game change”) a intenção óbvia foi abrir um novo front a fim de enfraquecer o exército sírio que estava prestes a tomar um ponto estratégico e sabiamente o governo calculou que os custos de uma reação intempestiva seriam muito maiores que os benefícios.O que eu quero dizer com isso é que os árabes vem evoluindo na forma de ver e lidar com o conflito enquanto Israel mantem a mesma política de ocupar,oprimir,provocar e atacar usando a mesma hasbara de sempre e é por isso que te digo quem precisa ceder é Israel.
            Quanto a dificuldade de acabar com o terrorismo que vc mencionou em um outro post não vejo por este lado e como mencionei, uma vez a paz estabelecida os líderes radicais seriam facilmente isolados ou vc não sabe que o Hamas foi útil pra Israel enquanto oposição à Arafat que era a bola da vez?
            Não vejo sentido cobrarem dos palestinos posturas diante do status quo atual.Caso os árabes tivessem tendo condutas condenáveis estando Israel cumprindo as leis internacionais,aí sim eu os criticaria veementemente.
            Eu quis dizer que ainda existem judeus russos na Síria.

          7. Caro Moisés, seu primeiro argumento carece de força e fundamentação, é muito vago. “A partir de algum ponto as coisas acontecem”? Como assim? Você está querendo dizer que era inevitável que os judeus de países árabes fossem expulsos ou sofressem restrições como aconteceu na Síria? Será então que você acha que foi inevitável que os EUA aprisionaram seus cidadãos nipo-americanos após o ataque a Pearl Harbor? E será que você compactua com tudo isso? E acha que foi uma reação justa? Eu continuo afirmando que em ambos os casos a reação foi desmedida e direcionada a quem nada tinha a ver com a história.

            Quanto aos árabes aprenderem a lidar com provocações, eu também discordo – e eles também sabem provocar. Eles podem ter evoluido, mas essa evolução não significa que saibam lidar civilizadamente com o conflito. É, a meu ver, uma evolução estratégica, no sentido de aprender a combater o inimigo de forma mais eficiente, e não uma evolução em direção à tolerância e à paz. Eu concordo que Israel também se vale de táticas condenáveis, e que precisa ceder, mas em um conflito assim, ou ambos os lados cedem, ou o conflito se perpetua.

            Temos visões diferentes a respeito dos mecanismos dos grupos radicais, fundamentalistas e terroristas. Sua visão é mais otimista – nossa, quanto “ista” seguido nesse parágrafo 😉 – mas eu acho que você é também mais ingênuo nesse ponto. Eu não acredito tanto assim na bondade humana, acho mais é que o poder corrompe, e líderes radicais sempre farão de tudo para minar qualquer iniciativa de paz para que se mantenham no poder – e eu não estou falando só do lado palestino, não. Você há de convir que, se após selado um acordo de paz satisfatório, um grupo radical palestino cometer um atentado em um ônibus no centro de Jerusalém, os israelenses não vão estar interessados em saber quem foi que cometeu o atentado, vão mais é lançar ataques massivos e dizer que os palestinos romperam o acordo. Da mesma forma, se um grupo de colonos insanos e insatisfeitos com tal acordo resolver atirar em um palestino de uma aldeia vizinha, inúmeros grupos palestinos cometerão ataques terroristas, igualmente sem querer saber quem foi que matou o pobre palestino. A meu ver, o processo de paz é delicado, e é muito fácil desestabilizá-lo e entrar em uma nova espiral de violência.

            Eu vejo sim sentido em se cobrar dos palestinos uma postura de não-violência. Afinal, Mahatma Gandhi se valeu dessa tática durante o mandato britânico na Índia, e esse foi um dos fatores decisivos para a independência daquele país. E não vejo sentido em se cobrar posturas de Israel e ao mesmo tempo permitir que os grupos terroristas continuem a atacar. O problema é que a iniciativa deve partir de ambos ao mesmo tempo, pois se um ficar esperando o outro fazer sua parte antes de tomar alguma atitude, nenhum dos dois lados irá avançar.

            Eu concordo com você em uma coisa – e já disse aqui antes: na minha opinião, Israel deveria se retirar unilateralmente da Cisjordânia, e levantar o bloqueio a Gaza, como gestos mínimos de boa vontade. Mas cada vez que digo isso, me vêm à cabeça dois exemplos: Gaza, de onde Israel se retirou unilateralmente, e cujos ataques de foguetes não cessaram e nem tampouco foram coibidos pelos próprios palestinos, e o sul do Líbano, de onde, após a retirada do exército israelense, o Hizbullah continuou a lançar ataques argumentando que eles não haviam se retirado das fazendas de Shebaa, uma área de 22 km^2 que até a ONU, após vários estudos, declarou não pertencerem ao Líbano e sim à Síria.

            Ah, e para terminar, gostaria de saber daonde veio sua última afirmação, a respeito dos judeus russos na Síria, que infelizmente não me esclareceu nada e até me confundiu mais ainda. Qual é sua fonte? Parte da comunidade judaica da Síria sempre residiu lá, e outra parte fugiu para a Síria após a expulsão dos judeus da Espanha no século XV. Nunca houve imigração de judeus russos para a Síria, e todos os 22 idosos judeus que lá vivem (ou pelo menos viviam até 2012) são de famílias que lá viviam há gerações – e não tem nenhuma ascendência russa. Então, por favor, me indique sua fonte.

          8. Beto, é óbvio que acho abominável reações recaindo sobre quem não tem nada a ver com o pato,mas na vida tudo tem causa/efeito,ação/reação e vejo ao longo de toda história do sionismo(que apoio enquanto direito de existir de Israel) um modus operandi danoso CAUSADOR de toda expiral de ações e reações intempestivas tendo faltado aos árabes neste caso a sabedoria,talvez,de um Gandhi pra lidar melhor com a situação.
            Discordo que não houve uma evolução dos árabes em relação a tolerância e a paz e a lista das iniciativas é grande.Mostre-me alguma por parte de Israel que não tenha sido sabotada pelos seus radicais.
            NADA justifica a ocupação,ingenuidade é achar que se não houvesse o terrorismo Israel estaria pronto para a paz.Isso me faz lembrar de alguém já ter dito:”Os palestinos poderiam agir como a Madre Tereza de Calcutá que ainda achariam pouco”.Me surpreende vc que tem uma visão mais holística das coisas ignorar a verdadeira natureza e intenção de seus líderes.
            Já vi reportagens e entrevistas(cujas fontes não gravei)com judeus na Síria e pelo que consta não se limitam aos 22 idosos que vc citou.Quem sabe na sua comunidade consigua informações melhores.Ab.

          9. Caro Moisés, em uma coisa eu concordo plenamente com você: nada justifica a ocupação. Como eu já comentei no artigo sobre o Jantar com Erekat, aonde o Diogo termina pedindo nossas opiniões acerca dessa atual rodada de negociações, eu não acredito que nenhum dos dois lados até hoje tenha genuinamente se disposto a ceder em nome da paz, e que todas as propostas puxam a sardinha para a própria brasa sem levar em conta as necessidades e anseios do outro. Algumas foram rejeitadas pelo outro lado, justamente pela intransigência de ambos. Outras podem até ter sido mais ousadas, mas foram sabotadas pelos radicais do próprio lado proponente, e isso aconteceu em ambos os lados. Nenhum dos dois está pronto para a paz, e eu não ignoro a verdadeira natureza e intenção dos líderes – em ambos os lados – que é se livrar do outro e ter todo o território para si. E é por isso que não acredito que a paz seja possível nessa rodada de negociações.

            Quanto à nossa discussão acerca dos judeus da síria, chafurdei um pouco no gúglio e achei esse artigo do Jerusalem Post em inglês: http://www.jpost.com/Jewish-World/Jewish-Features/Amid-civil-war-Syrias-remaining-Jews-to-celebrate-High-Holy-Days-325004
            Esse artigo, de setembro de 2013, estima em 50 o número de judeus que ainda permanecem na Síria, mas já ouvi outros números, sempre com a ressalva de que é difícil estimar quantos são. Mas nenhum dos números estimados chega a nem uma centena. E com certeza, eles não têm nenhuma ascendência russa. Ora, com todas as dificuldades e restrições a judeus na Síria, por que raios um judeu russo iria para lá? Isso não faz nenhum sentido. Ainda existe um punhado de judeus na Síria, disso eu nunca discordei. Mas isso não quer dizer que os judeus que ainda hoje vivem na Síria, ou no Líbano, Iraque, ou Egito, vivam em segurança e não sejam alvo de preconceito – exatamente o contrário. O fato de haver judeus nesses países em nada ajuda a reforçar nenhuma tese de que não exista anti-semitismo no mundo árabe, se é que era essa a sua intenção.

            Aliás, pouca gente sabe, mas existem por volta de 25 mil judeus no Irã, a maior comunidade judaica do Oriente Médio fora de Israel. Eles vivem bem melhor que os judeus da Síria, mas também sofrem uma série de imposições que os diferenciam e segregam da maioria muçulmana do país. Em algum momento mais oportuno eu volto a falar sobre isso.

  2. Moises,
    Convocarei que religiões podem unir, mas disccordo que as potências sao as principais responsáveis pelAs guerras.

    1. Marcio,a política dos países gira em torno de interesses onde os mais fortes buscam subjugar os mais fracos de modo que raramente isso ocorre em um jogo de ganha -ganha.Duas armas de guerra poderosas que estão sendo usadas em especial no Oriente são a “propaganda”(o que os estrategistas militares descrevem como a arma de quarta geração(4GM) e a “divisão sectária” que remonta o império Otomano a partir da aliança dos Sauds com o império britânico.Podemos aprofundar o assunto se quiser te perguntando:Vc sabe qual o motivo da guerra na Síria?

      1. Moisés
        A guerra Síria pode ter um motivo claro agora, mas a verdadeira razão e’ que os árabes até hoje nao conseguiram evoluir de um sistema social baseado em tribos para um baseado em partidos políticos.
        Naturalmente culpar os outros e’ uma solução mais confortável. Porém, pouco eficaz.

        1. Engraçado que os locais onde não houve interferência massiva europeia, onde não foram criadas fronteiras artificiais, respeitando a cultura e tradições são lugares sem guerras civis hoje: A Arábia Saudita, Dubai, Quatar, Turquia, muitos países da Ásia, são nações que seguiram seu rumo naturalmente, diferente de outras, principalmente na África, onde tribos e povos inimigos vivem em um mesmo país fabricado e dividido na Europa no Séc. XIX e lutam pelo poder.

          Nesse link você terá o prazer de ler e se informar sobre a história e, quem sabe, abrir sua mente. São 8 volumes e os 4 últimos servem de provas refutando seu argumento.

          http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/general_history_of_africa_collection_in_portuguese-1/#.UsbD_tJDs24

          1. Heitor
            Isso faz tempo, muito tempo, essa desculpa da interferência e’ velha. Já passou da hora de superar.
            O amor pela causa deve ser maior que o amor pelo poder.

          2. Tu leu os livros? 40, 50 anos não são nada para a história, imagina para a formação de um estado-nação e respectiva cultura.

        2. Marcio,qual seria esse motivo claro pra vc???
          Com relação a verdadeira razão já tive a oportunidade pra te mostrar de que as coisas não são como pensas.Se já tem uma opinião formada antes mesmo de certificar-se,sorry.

          1. Moises,
            nao e’ opiniao, sao fatos.

            Voce perguntou como comecou a guerra siria certo? Ela comecou quando o assad prendeu os estudantes protestando e o storturou por terem feito pixacao! Lembra agora?

          2. Caro Márcio,grato por me lembrar da propaganda MENTIROSA,CALUNIOSA,todos os OSAS que vc puder descrever nesse sentido divulgado pelas imprensas-empresa e que vc logo vc um cético cai que nem um patinho.Sugiro se informar mais sobre o 4GM de como ela funciona.
            A Síra possue ~22milhões de habitantes e as passeatas que houveram foram estimadas apenas entre 2 a 5mil pessoas formadas por opositores da irmandade muçulmana que são aqueles que sempre quiseram a saída do Bashar por este representar tudo que é vanguarda,democrático,reformista e uma outra característica manifestada nesta guerra a de ser um grande estadista.As manifestações vinham ocorrendo na paz com a polícia DESARMADA ao mesmo tempo em que haviam outras passeatas a favor do governo em número infinitamente maior.A intenção era fazer com que a polícia reagisse com o rigor que vc dentre outros foram levados a crer que tivesse acontecido mas isso não tendo ocorrido terroristas armados infiltrados na passeata e nos prédios começaram a atirar a esmo fazendo as primeiras vítimas policiais desarmados.O plano inicial dos inimigos da Síria era que a derrubada do governo fosse rápida feita pelo próprio povo pedindo intervenção externa e como isso não aconteceu para não se darem por vencido abriram a porteira do inferno mandando terroristas do mundo inteiro cuja ordem de seus patrões era “se o povo não está conosco então destruam tudo e matem sem dó”.Começaram fazendo o atentado contra membros do governo matando alguns deles.Somente após isso o governo declarou guerra e começou a contra-atacar com a procuração de toda uma sociedade(civil,militar e política) sem a qual seria IMPOSSÍVEL se manter até agora.Será que isso faz algum sentido pra vc???
            Com relação as VERDADEIRAS RAZÕES,well,nesse caso vc vai precisar demostrar que realmente gostaria de conhecê-la!!

          3. Moisés
            Entendi, tudo e’ mentira e propaganda, absolutamente tudo! Exceto a sua versão e suas fontes, as únicas confiáveis.
            Você me pede que ignore várias fontes , de diferentes “backgrounds”, e acredite somente nas que você diz serm confiáveis. Isso e’ razoável?
            Mas independente disso, o fato e’ que os árabes continuam matando outros árabes, independentemente da fonte
            E enquanto eles nao pararem com isso, todo o resto esta perdido. E a culpa disso nao e’ dos outros, e’ deles mesmo que nao sabem dizer nao e tem mais amor pelo poder do que pelo povo árabe, e’ ou nao e’?

  3. [Caro leitor Luiz Rechtman, havia aqui um comentário de sua autoria classificando meu trabalho como “propaganda palestina”. Não vou publicá-lo, por não admitir esse tipo de argumento. Recomendo que você reelabore sua crítica sem recorrer a ofensas. Obrigado]

    1. Prezado Diogo,
      me desculpe por teres se sentido ofendido com minhas considerações a respeito do seu artigo “Um muro no caminho de Maria”.
      Vários outros leitores da Folha também desaprovaram com maior veemência sua visão em relação ao escrito. Entre eles o Embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, respondendo ao seu texto na própria Folha de São Paulo.
      Esta repercussão com tantas críticas não justifica qualquer possível ou pretensa ofensa ao jornalista, mas, dá a dimensão de que, mesmo inconscientemente, quem escreve e quem lê podem ter interpretações e sentimentos completamente diferentes.
      Um abraço, Luiz.

      1. Luiz, a discordância é saudável. O que não pode é resvalar para a ofensa. Você será sempre bem-vindo a este blog enquanto mantiver a boa educação. Respeito seus argumentos e a sua posição, ainda que por vezes se choque com como eu entendo a realidade. Um abraço.

  4. Li com atraso a polêmica causada pelo artigo do Diogo de 25/12/2013 na Folha.Onde se lê:”Hoje, essa estrada inclui controles militares e um caminho que, em tempos de ocupação da Cisjordânia, é em todo volátil e imprevisível”, é um FATO,CONSTATAÇÃO e IMPARCIAL.Não sei aonde está a dificuldade em reconhecer isso?
    Não vi o Diogo tecer comentário pessoal sobre quem acha estar certo ou errado(mesmo que o fizesse seria um exercício democrático dele) e querer(o que parece) que assuma uma postura de justificativa sionista,seja por pressão do jornal ou de algum lobby,aí sim o seu jornalismo poderia ser questionado.

    1. Moises,
      “Israeli security forces arrest Palestinians behind recent bus bombing near Tel Aviv”. http://www.haaretz.com/.
      Também não sei da dificuldade em reconhecer isso !!
      Se não houvesse o terror assassino que mata, ou tenciona matar, civis indiscriminadamente, não haveria de haver necessidade de muros de segurança ou postos de controle.
      Porém, se acreditas que assassinar civis em ônibus, mercados, restaurantes e outros lugares públicos é legítimo e perfeitamente aceitável, certamente, fica impossível de “reconhecer qualquer outra coisa” .

      1. Que Israel possa construir quantos muros,cercas desejar em alturas que possam ir do chão ao infinito mas que as façam dentro dos limites estabelecidos pela lei.Sendo vc uma pessoa esclarecida continuo sem entender o por que da dificuldade em entenderem essa perspectiva?

          1. Luiz,cansei de registrar que o terrorismo se alimenta de conflitos e cansei de registrar que sendo Israel,em minha opinião,a grande responsável por ela tem o poder de acabar com ela num estalar de dedos pois quem precisa ceder é Israel e não os palestinos e o que se vê são os políticos Israelenses procurando abocanhar cada vez mais o que é do outro por lei.Se vc tivesse do outro lado concordaria com isso?O que faria?Teríamos o ressurgimento do terrorismo sionista do passado?

    2. Moisés,
      continua com evasivas e sem responder :
      finalmente e pela última vez, acreditas, ou não, que assassinar civis em ônibus, mercados, restaurantes e outros lugares públicos é legítimo e perfeitamente aceitável ?

  5. Diogo,
    voce ja’ viu que nos nos comportamos bem no seu espaco. Algumas rusgas uma vez ou outra mas nada horrivel.
    Porque voce nao libera os mais assiduos sem a necessidade de rever?
    assim a conversa pode fluir melhor, do contrario vamos perdendo a vontade de participar pois temos qe esperar, 2 , 3 dias para continuar a conversa e ai ja’ era, nem lembro mais o que estava pensando.

    1. Boa pergunta. Vou me informar para saber se é tecnologicamente possível. Perdoe o atraso, eu estava de viagem ao Líbano.

      1. Meu problema é o limite de visitas que a fóia impõe ao seu blog e demais páginas da mesma, praticamente obriga a assiná-la, mas vou me virando.

        Abraço.

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