A pomba da paz, envenenada

Caricatura mostra o premiê Binyamin Netanyahu envenenando a pomba da paz. Crédito Reprodução

Já tive a honra de ler os comentários dos leitores deste Orientalíssimo blog a respeito dos assuntos mais variados, da democracia no Oriente Médio ao movimento gay jerosolimita. Conversamos sobre linguística, sobre preconceito, sobre terrorismo e sobre um par de outras questões. Mas temos nos desviado, talvez por resistência ao atrito, de um dos assuntos mais importantes de toda a região –a paz.

Agora que as negociações foram retomadas entre palestinos e israelenses, sob intenso esforço diplomático do secretário de Estado americano John Kerry, voltamos a imaginar um Oriente Médio sem o conflito que fez deste país um dos lugares mais polêmicos do globo. Alguns de nós olham para o mapa-múndi e imaginam novas fronteiras traçadas, delimitando um futuro Estado palestino. Ao mesmo tempo, as fronteiras com Síria e Líbano finalmente reabertas –pela paz.

Como um estrangeiro na região, me dou o direito de ser otimista, de ler as notícias e de pensar que pode ser que eu tenha a honra de ser o correspondente a noticiar a assinatura dos acordos finais –de paz.

Os pessimistas, no entanto, parecem ser maioria. Como o negociador-chefe palestino Saeb Erekat me disse durante uma entrevista exclusiva (uma das únicas que ele deu, desde o início das negociações), não é de surpreender que as pessoas estejam céticas. Após vinte anos de conversas pós-acordos de Oslo, o que temos em solo são mais extremistas em ambos os lados –e não temos paz.

Mas é consenso também, ao mesmo tempo, que o contexto histórico está mudando. Enfraquecido em sua coalizão de direita, o premiê Binyamin Netanyahu pode se sentir, por exemplo, tentado a um acordo que marcaria sua gestão assim como ex-premiê Menachem Begin (1913-1992) ficou conhecido não pela mão dura, mas por ter negociado o acordo de Camp David com o Egito –recebendo, em 1978, um Nobel da Paz.

Além disso, Israel tem sofrido forte pressão da União Europeia, que parece disposta a aplicar na prática sua posição ideológica de repúdio à ocupação israelense dos territórios palestinos da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental. Assim, os acordos assinados com Israel a partir de 2014 terão de registrar claramente que os termos não serão válidos para os assentamentos, pois a rigor não constituem território israelense. O bloco europeu insiste que quer –a paz.

É claro que toda a discussão a respeito de um futuro acordo entre árabes e palestinos é, de certa maneira, feito a partir de pouca informação e muita especulação. As negociações entre Saeb Erekat e Tzipi Livni, ministra da Justiça de Israel, serão feitas em sigilo durante os próximos meses. Mas eu gostaria de saber o que vocês pensam –sobre a paz.

Em tempo, explico a ilustração deste relato. É um desenho publicado pelo jornal alemão “Stuttgarter Zeitung” durante esta semana, mostrando o premiê Netanyahu envenenando a pomba da paz do Oriente médio. Na garrafa de veneno, está escrito “construção de assentamentos”. A embaixada israelense protestou contra o desenho e contra a ideia da morte –da paz.

Comentários

  1. Muito mal para os Alemaes fazerem uma
    charge destas.Ja esqueceram da propaganda Nazista ha pouco tempo atras?
    As charges eram nesta linha tambem.
    Que vergonha.Nao se arrependeram ainda?
    O que e mais engracado nesta historia,e
    que nao existem “”Assentamentos””,sao chamados assim pelos tais “”Palestinos””,
    que nao se conformam que perderam guerras contra Israel,e assumimos as
    Areas tomadas como qualquer outro Pais
    em guerras,vide Ilhas malvinas,por exemplo.Se eles a querem de volta que
    venham toma-las de volta,enquanto isto
    que vao lamber sabao.
    A PAZ quem nao quer sao os Arabes,que estao loucos para tomar ISRAEL INTEIRO,
    mas e so sonho,ou melhor,um pesadelo
    para eles.Que se contentem com a Primavera Arabe,o maior FRACASSO ja visto nos ultimos tempos.

    1. Pera aí Fábio, vc comenta:

      1 – “nao se conformam que perderam guerras contra Israel,e assumimos as Areas tomadas como qualquer outro Pais”

      2 – “Se eles a querem de volta que venham toma-las de volta”

      E depois ainda tem a audácia de criticar:

      “A PAZ quem nao quer sao os Arabes,que estao loucos para tomar ISRAEL INTEIRO”

      Um exemplo claro de dois pesos e duas medidas e de puro interesse próprio sem escrúpulos ou ética

      LOGO, vc não quer a paz, vc quer a guerra (claro, está do lado vencedor). E qd os Palestinos de fato tomarem Israel todo, como VOCÊ SUGERE, aliás, com é q fica?? Vc vai chorar?? Vai continuar se fazendo de vítima como o estado de Israel adora fazer?? Ah “vá lamber sabão” (palavras suas, aliás)

      PS1: Não são os palestinos que chamam as colônias em território ocupado de Assentamentos, é todo o Mundo, exceto o genocida estado de Israel e seu padrinho EUA.

      PS2: Os alemães fazem essa charge justamente pq sabem muito bem aonde leva esse tipo de política praticada por Israel, pois já a fizeram no passado.

      1. Midas,e historico que os Paises Arabes,na
        primeira oportunidade que tiverem vao nos
        varrer do Mapa,como tentaram em 1948,
        em 1967 na Guerra dos Seis dias,e em 1973
        covardemente nos atacando em YOM KIPPUR.Portanto meu caro eu sei do que
        estou falando,e o Ira nao perde nunca a
        chance que nos quer varrer do Mapa,assim como se prega nas mesquitas
        dos MUCULMANOS.A DESTRUICAO DE ISRAEL E DO POVO JUDEU.Porisso temos
        que estar ligados 24 horas do dia e nossos jovens cumprirem 3 anos de Exercito duros por causa desta IDEIA que
        permanece.
        ISRAEL e um Pais de primeiro Mundo e isto
        voces nao aguentam.Somos um Pais DEMOCRATICO na sua essencia e nao temos PADRINHO nenhum.E tudo conquistado pela nosso esforco.

      2. Pois bem Midas, se Israel é tão genocida e tão sem escrúpulos porque que os árabes que moram por lá não vão embora? Será que a vida deles é tão ruim por lá? Os árabes são proibidos de entrarem em Israel?
        Agora vá e pergunte e tire saber o que aconteceu com os judeus que moravam nos países árabes pós-1948, Síria, Irã, Iraque, Líbia e até mesmo no Egito. Judeus são proibidos de entrarem em praticamente TODOS países árabes. Abram os olhos, acho que vocês estão bem errados hein… e acordem antes que seja tarde

    2. E você está reclamando do quê?

      Se contente com a roda da história, seguindo a sua lógica, é questão de tempo para os “palestinos” tomarem Israel. Pela sua forma de pensar, será uma conquista completamente aceitável.

      São votos de pessoas com mentalidades infantis – a exemplo da sua – que travam o processo de paz em Israel.

      Crianças que votam em radicais palestinos e israelenses.

      1. Não senhora, estou justamente usando as próprias palavras belicosas do Felipe, do outro lado, para ver se ele desperta para o absurdo do q ele falou. Não defendo o confronto, muito pelo contrário.

        Mas já vi q os Irsels boys tem uma tremenda dificuldade de se colocar na posição do outro

      2. Vinicius de Oliveira Grassi,vou te contar 1
        segredo,o dia que nos sentirmos ameacado
        assim como voce descreve em seu comentario para mim,eu te garanto e guarde aqui o que estou te contando, nao sobrara pedra sobre pedra,seja la quem for,
        mas e segredo,nao conte para ninguem
        guarde para voce.

    3. Bom, Fabio, aparentemente este é um artigo mais adequado para essa discussão que o anterior.

      Em primeiro lugar, na minha opinião a charge em nada tem a ver com a propaganda nazista, já que as charges nazistas perpetuavam mitos e preconceitos contra os judeus enquanto grupo étnico e esta retrata uma opinião política, e tem como alvo apenas Netanyahu. Se a charge fosse de um caricaturista holandês, ou até mesmo israelense, você não faria essa associação ao nazismo, certo?

      Vou repetir aqui o que escrevi em outro artigo: chame esses assentamentos do que preferir, chame de colônias, chame de condomínios, parques residenciais, “xispiritos”, não importa. Discutir a semântica da palavra “assentamento” não muda o fato de que Israel construiu residências para israelenses nos territórios ocupados – que nunca foram oficialmente anexados ou “assumidos”, já que a ONU condenou em diversas ocasiões a ocupação desses territórios. Eles são sim um entrave à paz – não o único, mas um dos principais.

      E colocar a palavra “Palestinos” assim entre aspas é tentar introduzir outra discussão semântica inócua que em nada contribui para a compreensão do conflito. Tentar discutir a partir de quando os palestinos passaram a se identificar como tal é tão contraproducente quanto discutir se os judeus ashkenazim são todos descendentes dos khazares, e tentar validar o “direito” de um ou de outro grupo à terra a partir desses argumentos é na minha opinião um absurdo sem tamanho, já que ignora o simples fato de que há pessoas de verdade morando na região há gerações e sofrendo constantemente por causa do conflito – tanto do lado palestino quanto do lado israelense.

      Sua posição belicosa e intransigente de “se eles a querem de volta que venham toma-las de volta,enquanto isto que vao lamber sabao” (sic) é justamente um convite à guerra, e não à paz. A paz não se faz conquistando territórios à força, e sim dialogando e aprendendo a ceder e conviver. Você deseja que seus filhos, netos e bisnetos continuem a conviver com a ameaça diária de atentados?

      Você diz, repetindo um velho bordão que eu ouço desde criança, que “A PAZ quem nao quer sao os Arabes,que estao loucos para tomar ISRAEL INTEIRO”. É certo que há grupos árabes aos quais não interessa a paz, assim como há também grupos israelenses, americanos, europeus, etc. Mas você coloca como se todos os israelenses quisessem a paz e todos os palestinos/árabes não, o que claramente não é verdade. O problema é que muitos querem a paz, mas poucos estão dispostos a ceder em nome dela.

      Não estou defendendo que Israel deixe de existir, nem que todo o território passe aos palestinos, mas vamos fazer um exercício mental: tente enxergar isso sob o ponto de vista dos palestinos, ou se preferir, dos árabes da Palestina. Eles lá estavam há séculos, vivendo na região, cultivando suas cabras e suas plantações de oliveiras. De repente, a partir do século XIX, começam a chegar imigrantes russos aos borbotões, e fundos estrangeiros começam a comprar terras a torto e a direito – terras essas que pertenciam a donos que nem sequer lá moravam, e que não hesitaram em vendê-las sem consultar seus arrendatários. Isso continua mesmo após o governo otomano ser substituído pelo mandato britânico, agora com a chegada de judeus europeus. Mesmo após a promulgação do infame Livro Branco, que severamente limitava a imigração à Palestina, os judeus continuaram a chegar, imigrando ilegalmente e se estabelecendo em assentamentos que eram levantados da noite para o dia.

      E tudo isso culminou, em 1947, na votação da Partilha da Palestina, aonde se ofereceu aos judeus aproximadamente 57% de todo o território, incluindo os vales mais férteis da região. E note-se que à época havia, segundo um censo britânico, por volta de 600 mil judeus, e 1 milhão e 200 mil árabes. Ora, ainda sob o ponto de vista dos árabes, isso era extremamente injusto. E para completar, após a guerra de independência, Israel ampliou seu território para aproximadamente 78% do território. Gaza e a Cisjordânia compõem 22% do território original da Palestina, e ainda assim, propostas como a de Naftali Bennett oferecem aos palestinos o controle – parcial, não pleno – de pouco mais de um terço disso, em bolsões isolados e cercados por território controlado por Israel.

      Enxergando isso pelos olhos dos palestinos, você há de convir que existe um motivo para que eles relutem em aceitar os planos de paz propostos por Israel, não é?

      Repito, não defendo que se devolva tudo aos palestinos, mas acho que se deve colocar em perspectiva o lado deles para se compreender o quanto eles já cederam. Não tenho uma solução para os conflitos, e sou cético quanto a essa nova rodada de negociações. Mas enquanto os israelenses só olharem para os palestinos como inimigos e não como parceiros – e vice-versa, claro – e enquanto boa parte dos judeus de todo o mundo apoiarem e defenderem Israel incondicionalmente, inventando argumentos para justificar ações injustificáveis – e enquanto boa parte dos muçulmanos de todo o mundo apoiarem e defenderem incodicionalmente os grupos terroristas, também justificando o injustificável – não haverá chance para a paz.

      1. Muito bom o texto, mas muito lógico para a capacidade de compreensão de um extremista como esse para quem vc escreveu.

          1. Não creio que você seja extremista quando querem exterminar você, sua família e seus conterrâneos…

      2. beto_w e simplesmente ridicula a sua
        resposta para mim,e prova que sobre a
        historia de Israel voce nao entende NADA.
        Quando e que foi oferecido 57% a Israel?
        Foi oferecido 20%,e 80% aos Arabes,que
        rapidamente nao concordaram e pois queriam tudo (100%),porisso a guerra de
        1948.Isto,mais uma ve,.prova a sua ignorancia.
        Nao sera devolvido NADA a estes “PALESTINOS” cuja denominacao vem
        da Palestina de quando o Povo de Israel chamou as Terras de Israel,e por PESSIMO
        CARATER como era Arafat,ele chamou a
        estes “”arabes””expulsos e mortos pela
        Jordania de Palestinos,aprendeu mais um
        pouco agora? O Proprio EGITO os odeia.
        Os Palestinos sao INIMIGOS SIM,enquanto
        houver um HAMAS e um corrupto bobalhao
        chamado ABBAS.
        Tanto os Turcos como os Ingleses nos enganaram e tentaram “”ficar”” com Israel, mas voce nao entende nada mesmo de historia de Israel,o que fazer,nao e?
        Voce e para mim uma farsa.

        1. Caro Fabio, você deve ter confundido o plano de partilha da Palestina, apresentado, votado e aprovado pela ONU em 1947, que oferecia aproximadamente 57% do território aos judeus, com a Comissão Peel, formada pelo governo britânico em 1937, que recomendava a oferta de não 20%, mas algo em torno de 15% para os judeus – e de fato os árabes rejeitaram imediatamente a proposta, afirmando que os britânicos lhes haviam prometido independência, e que entregar parte dessa terra aos judeus seria uma traição (novamente, não estou dando razão a eles, mas tente enxergar o outro lado do conflito). É só consultar os livros de história que você crê conhecer bem melhor do que eu, ou simplesmente olhar os mapas. Se olhar qualquer mapa da partilha votada na ONU, verá que seu valor de 20% não existe, o que mais uma vez prova não a minha mas a sua ignorância.

          Já forneci um link com uma breve história da origem do nome Palestina, que era usado para designar os filisteus, e que depois foi usado pelos romanos para designar a região. Mas a discussão acerca de quando o povo árabe da palestina começou a ser chamado de povo palestino é, novamente, tangencial e meramente semântica. E nao entendi a ênfase ao dizer que “o próprio Egito os odeia”, já que não são egípcios, e isso não tem nada a ver com a questão.

          Enquanto houver gente como você em Israel, vendo todos os palestinos como inimigos por causa do Hamas, e chamando Abbas de “corrupto bobalhão”, como se não houvesse coisa até pior na política israelense.

          Você diz que os turcos e os ingleses “nos enganaram”, tentando ficar com Israel. Mas ambos os grupos efetivamente “ficaram” com Israel em diferentes períodos, certo? Então não entendi sua afirmação e gostaria que você, do alto de todo o seu conhecimento de história, me explicasse.

          Ah, e já pedi que parasse com ataques pessoais. Se quer debater civilizadamente, exponha suas idéias e traga seus fatos e comprovações, senão fica parecendo que você só quer vomitar aqui sua retórica extremista. Um debate se faz com argumentos, não com ofensas e truculência.

          1. Beto_W,A Inglaterra em primeiro lugar
            comecou a delimitar entrada de judeus
            em Israel.Esta foi a primeira medida tomada
            pelos ingleses,dai tambem surgiu os famosos grupos Irgun e Stern e Palmach,que alem de lutar contras os Arabes que matavam nossos
            colonos,tinham tambem os ingleses que estavam de olho em tomar Israel para eles.E porisso que os ANTISSEMITAS escrevem o tempo todo para confundir
            que estes grupos eram terroristas.Eram
            sim,mas com uma historia muito diferente
            do que eles contam.E voce como judeu,se
            e que voce e,deveria saber.Os “”Palestinos”” HOJE nao querem nenhuma PAZ com Israel,e voce nao vive aqui e nao
            entende esta situacao.Eles querem Israel inteira para eles.Nao tem esse papo de
            antes de 67 nao,e conversa pra boi dormir.Mas voce pensa que sabe porque
            diz voce que 10 anos atras voce esteve por aqui por 1 ano.Meu caro,Voce nao sabe NADA.Fica frio ai sentadinho na sua
            poltrona escrevendo fabulas.Quero ver voce aqui cara,pegando duro como todo
            judeu deveria fazer,mas nao ai e mais tranquilo,nao e?

          2. Fabio, como é que os ingleses estavam de olho em tomar Israel para eles se Israel já era deles desde 1922?

            Quanto à Haganá (da qual fazia parte o Palmach), Lehi (Stern) e Irgun, sob o ponto de vista sionista eles foram grandes heróis, mas sob o pono de vista árabe e britânico eram terroristas – assim como acontece com o Hamas. Infelizmente, parece que as pessoas não se importam com a morte de inocentes quando acontece com os outros, e o herói de um é o terrorista de outro.

            Na minha opinião, a Haganá é o único desses três grupos que era focado realmente na defesa dos assentamentos judaicos contra ataques de milícias árabes, que também existiram e também podem ser classificadas como terroristas. O Irgun surgiu com uma dissidência mais radical e violenta, e o Lehi surgiu como uma dissidência ainda mais radical e violenta de dentro do Irgun – um padrão comum em grupos terroristas.

            As ações do Irgun e do Lehi eram agressivas, atacando aldeias árabes como forma de retaliação a ataques árabes a aldeias judaicas, o que – na minha opinião – não os tornava melhores que sua contraparte árabe. Pelo menos você admite que eles eram terroristas.

            Quanto aos palestinos – com aspas ou sem, já que sabemos de quem estamos falando – não querem nenhuma paz que não lhes garanta dignidade. Por acaso você, que vive aí, conversa diariamente com palestinos para saber o que eles querem? O povo em geral quer apenas viver, muitos anseiam poder voltar para o lugar aonde ficavam as aldeias de seus avós, e muitos deles provavelmente aceitariam viver sob a cidadania israelense se lhes fosse permitido voltar.

            E novamente você fica falando – além de me cutucar insinuando que eu estou mentindo sobre minha vivência aí – que eu não sei nada sobre o que se passa aí porque não moro aí e não estou “pegando duro como todo judeu deveria fazer”. Bom, então para você nenhum judeu da diáspora tem o direito de opinar sobre o conflito, já que não está aí “pegando duro”. Mas eu não vi você dizendo isso a outros judeus que vêm aqui colocar sua opinião. Seria simplesmente pelo fato de que eles defendem um ponto de vista similar ao seu?

            Esse seu argumento de que eu não sei de nada ou não entendo a situação porque não moro aí é um jeito fácil de fugir da discussão sem contra-argumentar nem apresentar argumentos próprios. Eu poderia dizer o mesmo de você a respeito dos palestinos já que você não mora nos territórios e não “pega duro” como eles, mas aí é mais tranquilo, não é?

          3. Beto, enquanto os palestinos não tiverem um Altalena eles não aprenderam. Para os que não sabem. O Irgun, grupo comandado por Menachem Begin não queria depor as armas após a criação de Israel, eles deveriam se incorporar ao exército israelense como os outros grupos, que fez Ben Gurion? Mandou afundar o navio Altalena que estava vindo
            com armas para o Irgun, afundou com as armas e os soldados do grupo. Begin viu que não era brincadeira e se incorporou.
            Realmente falta aos palestinos um Ben Gurion. Não vejo em suas lideranças alguém que possa peitar o hamas, a última vez que a fatah tentou foram mortos de barriga para baixo, se fazem isso com seus irmãos imaginem o que fariam com os judeus. Aliás, na guerra dos 6 dias, comandantes egipcios combinavam tomar um chá em Tel Aviv depois dos estupros e chacinas. Aliás os árabes tem pernas mais rápidas que a boca.

      3. Desculpe, mas acho que vc se perdeu na história. A maior parte era para os judeus sim, mas qual parte? O deserto do Negev é a maior parte de Israel, lá hoje se planta unicamente pela invenção israelense do gotejamento, vales férteis, onde? Na Galiléia que era um pântano e foi seco pelos israelenses? Quanto ao numero de habitantes de cada lado foi levado em conta quem pagava impostos, os árabes não pagavam e por isso esta maior parte para os judeus, mesmo assim ficariam com mais áreas ferteis.
        Quanto aos séculos dos palestinos na região é mentira, eles são apenas árabes genéricos que vieram no começo do século vinte atrás de emprego. Os judeus estavam construindo Tel Aviv, alguns realmente tem mais anos no lugar, são descendentes de judeus convertidos na marra pelos islâmicos no século VI. Se os “palestinos” eram arrendatários como poderiam ser donos das terras, esta é uma invenção de Arafat, terras e um povo que ficou 19 anos com Jerusalém, Gaza e cisjordânia e não criou país nenhum, explique por que não criaram um país, por que havia guerra se Israel não tinha os territórios que ganhou em 67? Resposta:
        Eles querem a palestina do Jordão ao Mediterrâneo, ou seja Israel. Depois de 60 anos, nós os judeus criamos um país de primeiro mundo do zero. Até eu que sou mais bobo gostaria de pegar tudo pronto, afinal trabalhar cansa.

        1. Jose Antonio,nao perca seu tempo com
          este Beto_w,sei la o que esse cara e.
          Eu ja perdi tempo demais com ele.
          Abracos a voce Jose.Esses sao aqueles
          tipicos que nos conhecemos de longa data,\

        2. “Quanto aos séculos dos palestinos na região é mentira, eles são apenas árabes genéricos que vieram no começo do século vinte atrás de emprego.”

          Mentira é o que você está falando. Só falta dizer que quem estava lá a séculos eram ser os europeus para quem o país foi criado.

          “Eles querem a palestina do Jordão ao Mediterrâneo, ou seja Israel.”

          Olhe o mapa desde a partilha da ONU até os dias de hoje e veja quem está tomando terra de quem e quem realmente quer todas as terras do Jordão ao Mediterrâneo.

          1. Ricardo, vá até Israel e pergunte para os palestinos quantos anos tem a familia em Israel. Parte da minha familia mora em Haifa, cidade onde existem muitos árabes, eu já fiz esta pergunta a muitos, nunca encontrei ninguém de antes de 1900. Eles dizem Jordânia, Libano, Egito como Arafat, Síria, Iraque. O país não foi criado para os europeus e sim para todos os judeus do mundo, inclusive aqueles que estão lá desde antes dos árabes, uns 2.000 anos. Não é inventando histórinhas que vc vai mudar a real história.

          2. Os lideres árabes, seus mapas dizem e mostram que a palestina é um país do Jordão ao mediterrâneo, vá até Israel e veja os mapas e livros, veja a TV. Quanto a expansão israelense segundo vc, é muito estranha, Israel só encolhe, devolvemos o Sinai aos egipcios ( 3 vezes maior que Israel)
            Gaza que deveriamos ter entregue também aos egipcios e não aos palestinos, como devolver uma coisa para terceiros, a cisjordânia deveriamos devolver a Jordânia. Infelizmente eles não querem o Kinder ovo com os presentinhos dentro.

        3. José Antonio, já respondi ao excelente comentário do Mordechai a respeito mais abaixo. Você e o Mordechai têm razão, um boa parte do território dado aos judeus na partilha era um deserto, e tudo mais. Mas eu estou tentando fazê-los enxergar sob a perspectiva dos palestinos, e como eles percebem que seu território “encolheu”, e que por isso não aceitaram a idéia da partilha.

          Quanto a discutir quem chegou primeiro, isso é uma discussão que não leva a lugar nenhum. Sim, havia judeus lá mesmo durante a época otomana, mas eram apenas um punhado. A população judaica deu um salto por ocasião da primeira Aliá, a imigração em massa de aproximadamente 35 mil judeus, em sua maioria russos, que se iniciou em 1881. E ao mesmo tempo, já havia lá um povo árabe que ali morava, o lugar não estava vazio. E Tel-Aviv foi construída em 1909, então não entendi o que isso prova.

          Quanto à questão de por que não se criou um estado palestino em Gaza e na Cisjordânia nos 19 anos que separam a Geurra de Independência da Guerra dos Seis Dias, há algumas explicações. Em primeiro lugar, Gaza ficou com o Egito, e a Cisjordânia com a Jordânia, e nenhum dos dois iria dar esses territórios de mão beijada para os palestinos, que foram inclusive perseguidos e brutalmente massacrados pelas forças do rei da Jordânia numa disputa de poder em setembro de 1970, no episódio que se tornou conhecido como Setembro Negro – e deu nome a uma das mais temidas organizações terroristas palestinas, perpetradora entre outros ataques o sequestro e assassinato de 11 atletas israelenses nas olimpíadas de Munique, em 1972.

          Outro motivo para a não criação de um estado palestino na época é que realmente os palestinos – e os egípcios, e os jordanianos, e os sírios, e os libaneses, e os iraquianos… – queriam a terra toda e não aceitavam a existência de Israel. Hoje, décadas depois, isso mudou. Muitos palestinos já entendem que Israel é uma realidade e que não é factível “varrê-la do mapa”.

          O território que os palestinos estão reivindicando atualmente é a fundação de um estado autônomo em Gaza e na Cisjordânia, algo que eu considero bem justo. E diga-se de passagem, nesses territórios não tem “tudo pronto”.

    4. Tuas palavras mostram a chantagem que os sionistas tenta fazer sempre que se discute o problema Israel/Palestina. Querem misturar o problema nazistas com este. Os palestinos estão sofrendo com os sionistas mais que os judeus com o nazismo. Seu drama já se arrasta por 60 anos e mais de 1 milhão de palestinos já morreram sem ter um solução para seu drama. Fora sionistas da Palestina!!!!

      1. JC MALUF,o que voce esquece de dizer aqui
        PROPOSITADAMENTE e de quem assassinou
        e expulsou os “”palestinos””,foram a Jordania e o Egito.
        Gaza,onde vivem a maioria destes “”palestinos”” e sustentado por nos
        Israelenses que suprimos a eles com comida,Eletricidade,e material de construcao,e ajuda medico hospitalar,e de troco recebemos KASSAMS e GRADS.
        Porque voce nao fala disto tambem?
        E Amnesia? O Drama verdadeiro sao provocados por voces mesmos que sao atrasados e retrogados e que se matam entre si.E agora,o que voce tem a dizer?

        1. O que vocês não fala, não por amnésia, mas por má fé, é que os palestinos foram roubados de suas terras para criar um país para europeus. Por que não deram um pedaço da Alemanha? Por que os palestinos tem que pagar pelos crimes nazistas ? Eles são os reais descendentes dos hebreus que se converteram ao cristianismo, ao islamismo ou continuaram judeus. Este europeus não tem nenhum a descendência semita !!!

          1. ” Estes europeus não tem nenhum a descendência semita !!!” Não é isso que mostram os exames de DNA dos europeus comparados com os judeus do OM. Inventar fantasias é tipico dos árabes e palestinos, conhece Pallywood?

          2. Caro JC, esta discussão da ascendência semita ou não dos judeus ashkenazim (oriundos da Europa) é inútil e não contribui para a discussão em pauta.

            A sua afirmação de que os palestinos foram “roubados de suas terras” também é passível de altas discussões semânticas, mas discussões semânticas também são tangenciais ao assunto, e aí eu te digo que você está fazendo o jogo do Fabio de Israel, que adora uma discussão semântica. A discussão é muito mais complexa do que isso.

      2. Como é que é?
        mais de 1 milhão de palestinos já morreram, podem ter morrido, mas não pelas mãos israelenses e sim pelos árabes irmãos, só o rei da Jordânia matou mais palestinos que em toda história israelense, não é mentindo que vc vai convencer alguém. Palestina é um nome dado pelos romanos, o nome certo é Judéia. Os palestinos nem sabem falar o nome da região, o P não existe no árabe.
        Cite para mim onde no Corão se fala da palestina ou de Jerusálem.

        1. José Antonio, você está respondendo a quem? A mim ou ao JC Macluf?

          Bom, vou aqui colocar alguns pontos. Primeiro, é difícil estimar o número de palestinos mortos desde o começo do conflito. Alguns relatos dizem que morreram 13 mil pessoas, entre israelenses e palestinos, entre 1948 e 1997. O Instituto B’Tselem estima em cerca de 8 mil o número de palestinos mortos entre 1987 e 2011. Sendo assim, podemos afirmar que o número de palestinos mortos no conflito não está nem perto de 1 milhão como afirma JC Macluf.

          Por outro lado, o número de palestinos mortos pelos jordanianos é estimado em torno de 5 mil, isso em 11 dias de conflito em 1970. Apesar da truculência, isso desmente a afirmação do José Antonio de que os jordanianos mataram mais palestinos do que israelenses.

          Mas não se trata de uma competição de quem matou mais ou quem matou mais rápido ou nada parecido. Nenhum desses argumentos é correto, nem tampouco relevante para o processo de paz.

          Quanto ao nome “Palestina”, é outra discussão insossa e tangencial, que não leva a nada. Sim, os romanos chamaram a região de Palestina, mas antes era conhecida como Peleshet, por causa dos filisteus (com F, viu?). E dizer que os palestinos não sabem nem falar o nome da região porque o P não existe em árabe, querendo assim argumentar que eles não têm direito à terra, é como afirmar que o Japão não é um país democrático porque os japoneses não conseguem falar a palavra “eleições”, já que o L não existe em japonês. Eles têm um nome para o lugar em árabe, Filastin, assim como os japoneses devem ter uma palavra para “eleições” que não tenha o som L no meio.

          E para terminar, o que tem a ver a presença ou não das palavras Palestina ou Jerusalém no Corão, e como isso responde ao que o JC Macluf disse?

          1. Eu respondi ao JC Maluf, tudo que os árabes fazem tem a ver com o Corão, querer Jerusalém porque o profeta foi lá em uma viagem noturna e subiu aos céus de Al Aksa é mentira, como poderia sair de uma mesquita que nem existia na época. Como viajar de Meca para Jerusalém numa noite?
            Jerusalém é a 3ª cidade deles, e a nossa 2ª, Hebron que está nas mãos deles?

        2. Estás fazendo uma confuzão. Mais de um milhão de palestinos já morreram deste 1948 em campos de concentração de morte natural esperando por uma solução de seu drama. Outros milhares morreram assassinados pelos sionistas e por regimes árabes. Se querem saber quem são os verdadeiros descendentes do hebreu, leiam: A INVENÇÃO DO POVO JUDEU-Shlomo Sand.Historiador judeu e israelense. E mesmo que não fossem, eles lá viviam a milhares de anos e não poderiam ser expulsos da terra em que nasceram para dar lugar a europeus!

          1. Caro JC, quanto às mortes de palestinos por causas naturais, acho que não podemos colocá-las na conta da ocupação israelense, seria levar a discussão longe demais. Se você está apenas querendo demonstrar que muito tempo já se passou sem uma solução, acredito que não foi a forma mais precisa de se expressar, passível de desentendimentos que levam a discussões inócuas.

            Quanto ao livro de Shlomo Sand, eu recentemente o li, e apesar de gostar e concordar com parte do que ele escreve, a tese dos khasares na minha opinião é um tanto quanto forçada. Mas em história, assim como em outros campos do conhecimento, não há verdade absoluta, há teorias, e há quem concorde ou discorde delas. A tese de Sand é bem polêmica, longe de ser unanimidade no meio acadêmico.

            Mesmo assim, usar a tese de Sand para discutir quem tem mais direito à terra ou quem chegou primeiro é abordar o conflito de forma errada – tão errada quanto usar argumentos bíblicos para justificar a posse de terra. Há na região dois povos, que bem ou mal já estão lá há gerações. Nenhum dos dois povos conseguirá aniquilar o outro, e nenhum dos dois povos irá simplesmente se retirar. Assim, a solução do conflito envolve achar uma maneira de fazê-los conviver lado a lado de maneira digna e em pé de igualdade.

          2. Beto… O que quiz mostrar que se mais de 1 milhão de palestinos já morreram sem uma solução para seu drama, é exatamente pela total falta de respeito que o mundo tem por este povo maravilhoso. Podes imaginar nasceres em um campo de concentração, cresceres e assistires a morte de seu avô, casares ver nascer teu filho, ver ele crescer casar e assistir a morte de teu pai, ver nascer seu neto, ve morrer seu pai e saber que seu filho, nete e bisneto vai passar por todo este ciclo sem que aja qualquer perspectiva de uma solução ? Só lhe restar lutar e mostrar que esta vivo e não se rendeu ! E isto que acontece com os palestinos de Gaza, que mostram ao mundo que não vão se render aos bandidos que governam este estado ilegal e criminoso que se chama Israel!!!!!

        1. Esta chantagem de chamar de antissemita todos de combatem os crimes dos nazi-ssionista não pega mais. E grotesca. Já pegou, mas agora não existem mais covardes que se abalam com ela.

          1. JC MALUF voce e tao simplorio,que a sua
            explicacao a Antissemitismo,o que voce e
            declaradamente,se resume no que voce
            acaba de escrever.Nao existe Nazissionista,
            isto e uma palavra inventada por voce para
            definir bem o que voce pensa dos JUDEUS.
            Voce e um Nazista declarado tambem.

          2. NAZISSIONISTO – Denominação dos procedimentos, atitudes, posições e doutrinas, que representam a união do nazismo e sionismo. Ex. Grande Israel/Espaço vital – Israel só para judeus/Primazia da Raça Ariana – Arrogância do poder militar – Desprezo por outras etnias. Sionismo = sucessor do nazismo !!!

          3. Bom saber que o covarde não se abala mais ao ser, certamente, chamado de antissemita. A cara de pau dos mentirosos suplanta qualquer resquício de decoro e moralidade. Parabéns !

  2. Na realidade, a palavra assentamento não passa de um eufemismo. Deveríamos utilizar a palavra colônia para melhor descrever tais construções apoiadas pelo governo israelense. Uma grande parte desses colonos, que já passam de 500.000, são judeus ortodoxos e ultraortodoxos que, apoiados economicamente pelo Estado judeu, vão morar em territórios reconhecidos pela comunidade internacional como palestinos, mas creem puramente que os territórios bíblicos da judea e da samaria, que há mais de 2000 anos foram habitados por judeus devem pertencer somente à eles.
    Os palestinos têm o direito de ter seu próprio Estado, assim como foi dado aos judeus tal direito nos anos 40. Mesmo sabendo que o Estado judeu foi constituído às custas de um povo, para que o sentimento de culpa europeia em relação ao Holocausto e às perseguições históricas sofridas pelos judeus fosse amenizado, é hora de pensar no futuro, na paz e ela só será possível se inicialmente Israel parar de construir colônias nos territórios já OCUPADOS militarmente.

    1. Priscila,voce confunde alhos com bugalhos.
      Israel NUNCA perseguiu ninguem,nos aqui
      nos defendemos.Olhe no MAPA 1 vez so,
      so 1 vez e veja onde se localiza Israel e
      onde estao os Paises Arabes,quem sabe
      voce VENDO entenda algo.Os Judeus foi
      dado o direito de ter um Pais,mas moreram muitos judeus,porque logo apos a declaracao da ONU,os Paises Arabes
      vieram com tudo para nos MATAR,mas mas
      1 vez nao conseguiram.Os Palestinos tem’
      sim direito a um Estado,sabe como se chama? JORDANIA.

      1. Jordânia era parte das terras originais, aquelas da década de 20. Os ingleses deram para os sauditas formarem um novo reino, aí se perdeu 80%, ficaram somente 20%. São os 20% que foram para a partilha. Conta total, de um país árabe e outro judeu ficaram 2 países árabes e um judeu, 90% para os árabes e 10% para os judeus. E nós somos os ladrôes

        1. Olhe o mapa desde a partilha da ONU até os dias de hoje e veja quem está tomando terra de quem.

        2. A Palestina pertence aos palestinos, não interessando se são judeus, cristãos, muçulmanos ou qualquer outra religião.
          Quem roubou os palestinos foram os europeusl

  3. Enquanto perdurar de um lado,a idéia de ser
    o povo ´´eleito´´,e do outro a existencia de
    infiéis,criaturas de 2ª,a pacificação continuará
    sendo uma utopia…

  4. Enquanto ficam discutindo as construções isralenses em territorios árabes, se esquecem dos 2 milhões de árabes que constroem em vivem em Israel.

    1. Caro Henrique, é verdade, existem por volta de 2 milhões de cidadãos israelenses de etnia árabe, alguns dos quais se intitulam palestino-israelenses. Mas isso não anula automaticamente os outros palestinos, que moram em Gaza e na Cisjordânia, estimados em mais de 4 milhões, e que almejam um estado próprio soberano e viável.

      1. NAO HAVERA ESTADO PALESTINO COMO O
        HAMAS POR AI.PODE TIRAR O CAVALINHO DA CHUVA.O dia que nao existir o Hamas voltamos a conversar.E se continuar assim
        Gaza 1 dia vai desaparecer,bastam 25 minutos.

  5. Diogo,sugiro a voce uma vista ao Museu
    do Palmach ao lado da Universidade de Tel
    Aviv,onde neste museu muito interessante,
    conta exatamente esta historia dos ingleses,
    turcos,e arabes nos querendo eliminar do mapa.Dai surgiram nomes como Itzhak Rabin,Shimon Peres,Ben Gurion,e outros.

  6. Não existe a menor possibilidade de haver um acordo de paz entre nós e os “palestinos” simplesmente porque esses ultimos não respondem pelos interesses de todas as partes envolvidas no conflito. Começando na divisão existente entre os próprios “palestinos”.

    Nessa negociação, estaremos conversando apenas com uma PARTE dos “palestinos”, aquela (pouco) liderada pelo Abbas. Que não responde e nem representa o MILHÃO E MEIO de habitantes de Gaza, liderados pelo hamas que não reconhece a liderança do Abbas e já declarou explicitamente que não reconhece qualquer eventual acordo a ser feito pelo Abbas.

    Além disso, o hamas não quer saber de Israel e muito menos aceita sua existencia, independente de nosso território.

    E isso está bem explicito para não deixar qualquer dúvida na “Carta de Fundação” do hamas, no ultimo parágrafo do Art.7 desse “documento” onde é encontrada a seguinte citação: “O tempo não chegará até que os muçulmanos lutem contra os judeus (e os matem) (sic). Até que os judeus se escondam atrás de pedras que clamarão: “Ó muçulmano! Há um judeu escondendo-se atrás de mim, venha e mate-o.”

    Com relação aos judeus enquanto povo, e Israel como Estado, o artigo 28, Paragráfo explicita claramente que o conflito vai bem além da questão territorial: “Israel, em virtude de ser judaica, e possuir uma população judia, desafia o Islam e os muçulmanos.”

    E, no artigo 13, Parágrafo 4 da citada “Carta de Fundação do Hamas”, eles se antecipam e declaram a futilidade de qualquer negociação: “..Não há solução para o problema palestino exceto através da Jihad. As iniciativas, propostas e conferências internacionais não passam de perda de tempo, um exercício de futilidade.”

    Então qualquer acôrdo entre nós e os “palestinos” é natimorto: Porque seria firmado apenas com uma PARTE dos “palestinos”, e a outra não estará obrigada a nada.

    Além dos “palestinos”, outro agente que rejeita qualquer possibilidade de aceitar o Estado de Israel é o Irã, por razões muito parecidas com as do Hamas, com a diferenças que eles sequer aceitam a existencia do TERMO, da palavra Israel.

    Então, mesmo que houvesse um acordo, e supondo que esse acordo fosse inclusive firmado pelo Hamas, ainda sobraria o Irã e seu Hezbola, que juram lutar pelos “palestinos” até a morte, e o objetivo final é a destruição do Estado de Israel. (Ou será que uma vez firmado o tal acordo de paz os “palestinos” então dirão para o Irã para parar de brigar conosco, já que agora o problema está resolvido e o Irã irá dizer, “Ah, se é assim, vamos então reconhecer Israel e parar todas as nossas ações terroristas e bélicas contra Israel.”

    Não acho que tenha qualquer solução este conflito, ao menos em meu tempo de vida.

    (PS: Foi anteriormente mencionado neste tópico que, na Partilha os árabes ficaram com 43% e Israel com 57%, dando a entender que os árabes foram prejudicados na divisão.

    De fato, a Partilha estabeleceu 43% para os arábes e 57% para Israel. PORÉM VAMOS VER A DISTRIBUIÇÃO DESSAS TERRAS QUALITATIVAMENTE:

    Os 43% oferecidos aos árabes consistiam de TODOS os planaltos e terras altas, (fora Jerusalém que seria internacionalizada), MAIS um terço de toda a região costeira. Os planaltos e terras altas contém TODOS os aquíferos importantes da região, que fornecem água para as planícies costeiras, incluindo Tel Aviv.

    O Estado Judeu, Israel, receberia 56% dos territórios, que incluiam 3 planícies agriculturáveis, a planície costeira de Sharon, o valei de Jezrel, e a planicie superior do Rio Jordão. PORÉM, A MAIOR PARTE DO ESTADO JUDEU CONSISTIA DO DESERTO DO NEGEV. O deserto não ERA adequado para agricultura, nem para desenvolvimento urbano.).

    Assim, apesar de haverem recebido quantitativamente menos território este era 100% utilizável, contendo inclusive práticamente toda a água da região. Para nós couberam 3 planícies e um enorme deserto, ou seja, dos 57% que coube a nós, em tôrno de 30% era território utilizável.

    E aceitamos isso ! Os arabes não aceitaram o que lhes cabia.)

    1. Ah, Mordechai, é um prazer dialogar com você, que traz ao debate seus argumentos e os expõe de forma lógica e civilizada, ao contrário de outros por aqui.

      Você tem razão em praticamente tudo o que diz. Concordo que as lideranças palestinas deixa a desejar, mas Abbas pelo menos é um moderado com quem se pode conversar. E quanto ao Hamas, por mais que sua Carta de Princípios, escrita em 1988, tenha um teor radical e agressivo, acho que eles já mudaram muito seu discurso perante a comunidade internacional e ainda irão mudar mais ainda.

      É claro que ainda são um grupo extremista com um braço armado terrorista, e podem estar falando da boca para fora e tudo mais. No entanto, a paz não se faz com parceiros, mas com inimigos (não lembro de quem é a frase).

      Acho que assim como os irlandeses do IRA e os espanhóis do ETA mudaram do terrorismo para o diálogo, eu ainda tenho esperança que o Hamas supere essa fase rebelde adolescente. Mas para isso é preciso que Israel demonstre um mínimo de respeito para com os palestinos, e acho que esse mínimo engloba congelar qualquer ampliação de colônia na Cisjordânia, entre outras demonstrações simples de boa fé.

      Quanto ao Irã, nós dois sabemos que eles não estão realmente interessados no bem-estar dos palestinos, mas sim em consolidar-se como uma liderança mundial do mundo muçulmano e dos blocos não-alinhados aos EUA. Se por um milagre se conseguir um acordo de paz efetivo que possibilite a convivência pacífica, o Irã inventará outro pretexto para antagonizar Israel.

      Quanto à partilha da Palestina, você está correto, mas ainda assim há de concordar que os palestinos da época viram seu território drasticamente reduzido por essa partilha – e mais reduzido ainda ao término da guerra em 1949. Novamente, não estou defendendo que a terra deva ser toda deles, estou apenas tentando mostrar seu lado e o quanto já perderam, e colocando em perspectiva propostas como a de Naftali Bennett.

      Mesmo porque, não é porque não aceitaram a partilha em 1947 que não merecem hoje pouco mais da metade do que lhes fora oferecido.

      Mas infelizmente eu também não acredito que veremos uma solução para esse conflito em nosso tempo, porque ainda há muita má-vontade de ambos os lados de tentar compreender o outro.

        1. Realmente Fábio nazi/sionista, quando alguém que incorporou toda a doutrina nazista em suas ações, vai respeitar alguém. É patético que os que se dizem as maiores vítimas do nazismo, adotem os mesmo procedimentos e vejam o povo palestinos por um ângulo igual aos eram vistos por Hitler. Acorda cara !!!

          1. JC Maluf,eu estou acordado,bem acordado,
            24 horas por dia estamos de olho em voces.
            E uma ofensa e deveria ser proibido aqui
            chamar um judeu ou israelense de Nazista.
            Mas do alto da sua capacidade e o que voce consegue pensar e escrever de melhor.
            Se nos fossemos como esse que voce citou,voces ja teriam desaparecido do Mapa.Entendeu o que eu quis dizer ou
            nao?

          2. Estão fazendo limpeza étnica diariamente desde 1948. Leiam os estudos de Ilan Pappe e o Plano Prawer e todas as demais ações dos nazissionistas para tentar expulsar os palestinos. Ele é um prof.de universidades israelense e judeu.

  7. Diogo Bercito,ha que parar com esta historia,e tenho visto muito aqui,de que
    nos aqui em Israel recebemos “”Ajuda””
    dos Estados Unidos.nao e VERDADE.Tudo
    o que recebemos,PAGAMOS de volta,e HOJE,nao dependemos em NADA dos Estados Unidos para certas situacoes.E claro,que te-los do nosso lado e muito bom,mas dai,dizer que nos dependemos deles,nao e verdade.Eu diria ate que os
    Estados Unidos hoje precisam muito de
    Israel,tanto em negocios como politicamente.Que temos nosso Lobby
    la isto e verdade,e porque nao?

  8. “O nacionalismo é o último refúgio dos covardes.”

    “O fundamentalismo é o último refúgio dos descrentes.”

    “O separatismo é o último refúgio dos anti-fraternos.”

    Precisa dizer mais uma coisa?

    Como se negocia um paz involuntária sob uma cegueira existencial, espiritual, cultural e secular voluntárias?

    Enquanto as escolas judias e árabes não se tornarem laicas, esse conflito perdurará.

    As pessoas que postam aqui colocam a paz como um fim alcançável.

    A paz não é um fim. A paz é o caminho.

    Grandes líderes políticos, espirituais, econômicos, culturais já deixaram isso escrito.

    A verdadeira questão é:
    – Este conflito é economicamente útil?
    – A paz é financeiramente viável para as potências Ocidentais e Orientais que vedem armas aos conflitos?
    – A paz é culturamente assimilável para povos que ergueram sua identidade na destruição da identidade do vizinho?
    – A jihad islâmica e o sionismo podem existir um sem o outro?

    São perguntas de teor mais contextual.

    Não vejo grandes espíritos intermediando essa questão.

    De ambos os lados, há muita má vontade.

    A paz não dá votos. A paz não dá dinheiro. A paz não dá liderança. A paz não dá nada de curto prazo, não é?

    Pois a paz que não dá nada disso é a mesma paz que tira a vida de toda essa galera que se recusa a aceitá-la.

    O grande espírito que estivera tentando atuar nesse sentido morreu num ataque supostamente terrorista, quando os Estados Unidos perceberam que a ONU poderia frustar a sua coalização durante a guerra do Iraque.

    O Sergio Vieira de Mello foi colocado ali só para ser morto – pela paz que nem Israel, nem Palestina, nem Estados Unidos, nem Mundo Árabe aprenderam a cultivar.

    A solução será: a União Europeia e a America Latina embargarem o comércio com países beligerantes.

    Porque a Grã-Bretanha, nação da empresa que mais produz armas do mundo, é outro lobo nessa história toda.

    Resumindo: só oro e enquanto viver vou energizar minha visão das relações internacionais para isto: que esse ódio à paz nunca chegue à América Latina.

    Porque a Europa já aprendeu, ao custo de duas guerras mundiais no seu território, o custo disso.

    O Japão já aprendeu, ao custo de duas bombas atômicas.

    Talvez os recalcitrantes tenham que aprender isso noutro planeta – porque quando perceberem que o custo da paz é a queda desse orgulho étnico e menos mesquinharia geopolítica, já não terão mais espaço habitável nesse planeta, que ascende rumo à paz, queiram esses ou não.

    É isso ae, boa sorte aos que realmente têm paz dentro de si para a promoverem nas negociações.

      1. De novo esse argumento, só pode opinar quem mora ai. Vc então não pode opinar sobre palestinos. Você não mora lá.

    1. Recomeçar em outro planeta? Começar tudo de novo e chorar o “paraíso perdido” outra vez? Reeditar a ideia do anjo caído, dos “filhos dos homens” e dos “filhos de D’us”, a ideia de querubins ameaçando com espadas de fogo e a criação de imaginários deuses vingativos e senhores de exércitos bárbaros?! Ah, esse filme de novo, não!!! Eu quero a paz pra ontem! Quero ser irmão dos palestinos “desde criancinha”. Afinal, de que valem alguns torrões de terra seca no deserto e aqueles arrogantes condomínios desenhados pelos barbudos do Brooklyn frente a um Planeta Terra inteiro e repaginado, novinho em folha? Eu e o povo que chamo de meu valemos bem mais que isso. Muito mais.

      1. R.Levay,entao fique chorando ai no seu cantinho,e deixe os barbudos do Brooklin
        em Paz,eles nao estao te incomodando.
        Ou estao,tambem? esta e nova,nao tinha
        lido nunca esta.Voce nao gosta que eles
        trabalham com diamantes,nao e? Inveja,
        mata.

        1. Mas… o que têm os diamantes a ver com isso? E depois, por que invejar os diamantes dos ourives do Brooklyn se temos as suas pérolas aqui, em grande quantidade e de graça?

          Ademais, pra que Israel precisa de inimigos se tem gente como você por aí, atirando pra todo lado sem nem saber pra onde e nem porque?

  9. Destacando: a presença dos Estados Unidos no Iraque não foi legítima.

    Mas a morte de SVM não foi clara.

    E enquanto houver petrodólares na jogada… vai haver sangue inocente sendo derramado.

    1. Ivan,a morte de Sergio Vieira nao foi clara?
      Voce nao viu o carro bomba explodindo na
      Embaixada? O que voce esta querendo dizer com isto? mais uma daquelas explicacoes
      esquisitas.Foi ,muito claro,sim,ate demais.
      Alias la no Iraque e todo dia.Tem cada uma.

  10. Beto_W tenho uma ideia para voce.
    Organize uma Flotilha para Gaza,ja
    que voce gosta tanto deles,o que voce
    acha? Traga muita comida,ah,e nao esqueca de esconder as armas bem,ok?
    La em Gaza eles passam fome,viu? ;piada.
    Agora.Kassams,Grads e tuneis,isto nao
    falta nao.Ta faltando voce organizar uma
    dessas,gostou? Vamos nessa.

    1. Muito maduro e construtivo, Fabio. Enquanto houver gente como você em Israel, não há esperança para a paz na região.

      1. Beto_W,principalmente com as suas ideias,
        nao havera MESMO,pode ter certeza.E
        nao e so a minha vontade e 99% da Populacao Israelense,alias voce sabia que no ultimo confronto ha 6 meses atras Israel inteiro pediu para o Bibi acabar com Gaza e ir ate o fim? Nao ,nao e.Outra vez,voce nao tem a menor ideia do que se passa por aqui.Va se juntar a Ilan Pappe,e nao apareca por aqui ,OK? e um favor que voce faz.

  11. Acredito que essas negociações não vão levar a nada de tão novo, o que vai acontecer é que a comunidade internacional vai ficar em cima de Israel pra que aceitem o que os palestinos querem, e sinceramente é loucura achar que a população vai aceitar dividir Jerusalem, retalhar o estado pra agradar o resto do mundo, pessoas que não vivem e que muitas vezes não sabem nada de história cultural e politica do estado de Israel. Espero com todas as forças do meu coração, que Israel nunca entregue seus territórios que são seus por direito irrevogável a outros povos, quando isso acontecer, a pouca paz que existe ali tera seu fim.

  12. A riqueza deste forum está nesse leque imenso de diversidade e possibilidades: Pode-se usufruir de belas aulas de história e até de estratégias de guerra, beneficiar-se de interessantes reflexões filosóficas de alguns, aprender sobre a arte da ponderação e sobre o valor da civilidade, assustar-se com expressões de extremismo e preconceito gratuito, e sobretudo rir (muito) com piadas das mais inusitadas como essa do Fábio. Sim, porque não se pode entender de outra forma. Pretender levar comida a Gaza é piada mesmo.

    1. R.LEVAY,voce conhece Gaza? Nao.
      Entao fica na sua.
      Voce sabia que nos cuidamos de doentes
      e feridos pela Guerra na Siria aqui em Israel?
      Nao,nao e?
      Continue rindo da minha Piada,um dia quando desligarmos a Luz de Gaza proveniente de Ashkelo,que voce tambem
      nao conhece,ai voce vai parar de rir e vai
      chorar junto com os seus irmaozinhos.

      1. Só entenderia que você não é um contador de piadas se eu admitisse que você é um incendiário qualquer ou uma pessoa muito além de ingênua, o que não é o caso.

        Será possível que é tão difícil perceber que não preciso viver em Israel para saber exatamente tudo sobre Israel, o que se passa aí, o dia a dia das pessoas comuns, judias e não judias e inclusive o fato (que a mídia ocidental nem divulga) de que o governo dá assistência médica a feridos da guerra síria e a palestinos em estados especiais? Sr. Fábio, essas informações todas e zilhões de outras estão a apenas um click do mouse. Sabia não?

  13. Para aqueles que acham que devam fazer acordo com os “”Palestinos””.Perguntem
    aos Pais da Familia Fogel,por exemplo,o que eles acham disto.So para refrescar a memoria daqueles que acham que temos que respeita-los,5 membros desta familia
    foram degolados durante a madrugada ha
    1 ano e meio atras por 2 “”Palestinos” que disseram que fariam outra vez.
    Sabe o que deveriam fazer com todos estes prisioneiros “Palestinos” que o Bibi
    supostamente negociaria a soltura?
    Enforca-los.Ai nao teria ninguem para
    negociar.Esta e a solucao.E se alguem
    tem algo contra e dizer que eu sou radical,
    veja a lista destes e o que eles fizeram,cada um.Eu vi.Infelizmente nao
    temos Pena de Morte aqui em Israel.

  14. Diogo,
    Eu acho que paz e’ sempre bem vinda.
    Ma so que me intriga e’ o porque que tantos se proecupam tanot com os judeus e palestinos mas nao estao nem ai para outros povos que tambem lutam pelo seu pedaco de terra.

    Na sua opniao, porque nao existe o mesmo envolvimento pela causa Kurda por exemplo?

    Porque a spessoas gostam tanto de se apegar sempre a causas nas quais os udeus estao envolvidos?

    Voce nao acha isso , no minimo, curioso?

    1. Márcio,
      A hipocrisia geral e a histeria generalizada da imprensa mundial contra Israel dá náuseas e causa indignação, principalmente quando nem uma vírgula é escrita sobre a opressão que exercem os turcos sobre os curdos, os russos sobre os chechenos e a perseguição dos chineses contra os muçulmanos de Xinjiang para citar apenas três exemplos. Gaza é invariavelmente descrita como um verdadeiro campo de Auschwitz habitado por verdadeiras “filhas de maria” que nada fazem para merecer tão “atroz sofrimento” imposto pelos “nazi-sionistas” (sic), enquanto que o triste episódio da família Fogel em Itamar teria sido apenas um acidente de percurso. Mas, nada é pior do que ver o “cara de pau” Recep Erdogan se juntando aos criminosos do Hamas para darem ultimatum a Israel relativamente à “matança de palestinos” e “apropriação de terras da Palestina. Nem uma única palavra sobre as justas reivindicações da nação Curda e sequer uma vírgula sobre um milhão de Armênios, homens, mulheres e crianças, martirizados pela sanha assassina turca há um século atrás.
      Agora, por que só vêm os Judeus “praticando isso e aquilo”? Ora, porque “judeus são judeus”, como já bem disse alguém nesta página.

      1. Benny Assayag nao e acidente de percurso
        coisa nenhuma,este e o objetivo do Hamas
        do Hezbollah,do Jihad,da Fatah,e do scambal a 4.Alias,voce nao fala nada da Siria,porque
        sera? Ontem ,so ontem,foram pro inferno
        60 Terroristas do Hezbollah,que voces mesmos o mataram.Tem pelo menos uns
        400.000 mortos por la,so la,fora Egito,Iraque,e Libano.
        Voce e Patetico dizendo que Gaza e um campo de concentracao,e tipico argumento de um antissemita que nem conhece Gaza.E Ridiculo.

        1. Desculpe Fábio. Acho que você não compreendeu bem o que postei. Eu não disse que “Gaza é um campo de concentração”, mas que a imprensa anti-Israel muitas vezes dirige seus leitores a chegarem a essa conclusão mais do que absurda. Ideologia barata e desatinada de quem odeia e inveja a maravilha que é o Estado de Israel e seu povo. Tampouco, jamais resvalaria no desrespeito de dizer que o doloroso e bárbaro assassinato da família Fogel foi um “acidente de percurso”. Isso é justamente o que a imprensa árabe e parte da imprensa ocidental tenta empurrar goela abaixo de seus leitores fanáticos ou desavisados. Foi isso o que eu disse e que você tenha, talvez, interpretado de outra forma. Já antissemita, jamais. Nem haveria lógica. Boa sorte!

          1. Talvez não tenha dito, mas se tivesse dito estaria falando a pura verdade.
            Gaza é maior prisão a céu aberto do mundo. Somente a luta heroica do povo palestino de Gaza ainda a mentem viva. O que os nazissionistas estão fazendo com o povo de Gaza é pior do que os judeus sofreram com Hitler, pois isto já de prolonga por mais de 60 anos!!!

      2. Todos estes problemas entre palestinos e sionistas estaria acontecendo se não tivesse havido a invasão, roubo das terras e expulsão deste povo de sua terra natal por sionistas europeus que vínculo algum tinham com a Palestina. A Palestina é dos palestinos, sejam eles judeus, cristãos ou muçulmanos. Lugar destes euro0peus é a Europa. Ela que deveria pagar pelos crimes do nazismo e não os palestinos. Leiam “A INVENÇÃO DO POVO JUDEU” de Shlomo Sand, historiador judeu e israelense e vão saber quem são os verdadeiros descendentes do hebreus.

          1. Os palestinos são os verdadeiros descendentes dos hebreus. Eles se converteram ao cristianismo, ao islamismo ou continuaram judeus. Os será que os descendentes dos hebreus são estes loiros de olhos azuis ? Ridículo. Os semitas eram quase negros. Leia A INVENÇÃO DO POVO JUDEU de SHLOMO SAND.

  15. Diogo,
    Algo tambem que notei que sempre esta’ ausente ns discussoes de paz, inclusive nas suas analises, e’ a partilha original pelos ingleses e o papel da entao “trans-jordania” que anexou territorios palestinos e ate’ hoje nao devolvidos. Estou correto?

  16. O prezado Diogo, poderia ilustrar à cada novo tópico do seu blog uma das milhares de charges antissemitas que abundam nos países árabes. Muitas tem mapas em que Israel desaparece para a região se transformar numa Palestina única e muçulmana.
    Com o término do Ramadan, o qual já podemos considera-lo como o ” O Sagrado Mês do Antissemitismo Árabe ” , e a finalização deste ano do seriado Khaiber, mais uma das pérolas antissemitas clássicas, indago mais uma vez . O que o antissemitismo disseminado para dezenas de países árabes, para ser visto por milhões de muçulmanos no seu mês mais sagrado, contribui para o engrandecimento da religião islâmica.
    E, se o culto de ódio aos judeus em geral e, à Israel em particular, ajuda em que sentido para a Paz naquela região.

    1. Luiz,
      Eu acho que o Diogo tem uma proficiencia tecnica fantastica. Seu conehcimento e’ abrangente e ele sabe escrever portugues perfeitamente! Acredite tem correposdentes por ai que nao sabem Portugues!

      Mas o Doigo ainda e’ um cara joven, como tal, ainda acredita em sonhos.

      Mas eventualmente a realidade vai prevalecer e ele vai perceber que os sonhos sao somente isso; sonhos.

      1. Concordo.

        O Diogo é um profissional jovem, bem intencionado, tentando ser imparcial.

        O problema é que ao abraçar a postura politicamente correta, ele se esquece de avaliar a visão que os muçulmanos têm dos judeus.

        Que tal uma análise nesse sentido?

        O que o islam considera viável para que exista paz? O próprio aniquilamento do Estado judeu, talvez?

        1. O que estás falando não tem nada de verdade. A Liga Árabe já se propôs a reconhecer Israel em bloco e regularizar suas relações, mediante a retirada para as fronteiras de 67, conforme resolução da ONU. Israel desconsiderou a proposta. Israel não quer a paz. Quer continuar a criar fatos consumados, realizar limpeza étnica e roubar mais terras! É um governo criminoso e assassinou o único israelense que queria a paz: RABIN !!!

  17. Não se surpreendam com as decisões dos bandidos que governam Israel. Quando se escuta um governante israelense falar sobre o mundo, e a palestina em particular, se tem a nítida impressão de que quem está falando é Adolf Hitler. Tudo igual… grande Israel, desrespeito pela vida humana, exaltação do poder militar e uma terra só para judeus. Mas os verdadeiros descendentes dos hebreus são os palestinos que se converteram ao cristianismo e depois ao islamismo, ou continuaram judeus. Palavra de professores universitários israelenses. Israel não está interessado na paz. Vejam durante um processo de negociações, continuam roubando mais terras e ampliando suas ilegais colônias. Querem criar fatos consumados e continuar desenvolvendo sua política de limpeza étnica. Mas acreditem: Um povo que já resistiu aos nazissionistas por mais de 60 anos, não vai se entregar agora. Os palestinos já demonstraram sua determinação em lutar por suas terras e não serão vencidos.

    1. Quando o ódio antissemita fala mais alto, os absurdos e mentiras afloram instantaneamente.
      Esse senhor Macluf deveria respeitar o blog do jornalista Diogo, pelo menos, em consideração com o próprio. Visto que, com a verdade dos fatos não há consideração alguma.
      Procure um outro espaço para propagar e compartilhar suas inverdades e seu antissemitismo. Eles existem aos milhares. Vá procurar a sua turma !!

    2. JC MALUF,porisso que Israel nao consegue
      a PAZ,por causa de gente como voce,e que
      fala em roubo de terras,Campos de concentracao em GAZA,E ainda tem a
      pachorra de nos chamar de Nazistas nos
      comparando a Hitler.E porisso que voces
      esta ai aonde estao.Nunca sairao do lugar.
      Que continuem se matando,nos estamos
      assistindo de camarote.E nos somos os
      Maus,sanguinarios,etc…entao ta.
      Quantos mortos ha na Siria? no Egito?
      no Iraque? so ai eu conto quase uns 700.000.Que otimo.

      1. LUIZ / FÁBIO – Nada disto estaria acontecendo se este grupo de europeus judeus que invadiram a Palestina de roubaram e assassinaram o povo nativo tivesse acontecido. O lugar de europeus ´ze na Europa. Voltem para a terra deles e estes problemas se superam. Quantos judeus estão em campos de concentração ? Quantos palestinos vivem nesta situação? Apenas 4 milhões na Palestina e mais 4 em países vizinhos e no mundo todo. Segundo um ministro inglês, Gaza e Cisjordânia formam a maior prisão do mundo. Hitler deve estar morrendo de inveja e orgulhoso de seus seguidores!!!!

    3. Caro JC, em praticamente todos os seus comentários você insiste em associar Israel ao nazismo, em citar Hitler, como forma de chocar e ofender os sionistas. Mas desta forma, você acaba não só causando reações agressivas dos mesmos, como acaba ganhando a antipatia de todo e qualquer judeu que ler seus comentários, e que passará a ignorar por completo qualquer argumento que você tenha. Assim, sugiro que deixe de lado essa agressividade e tente debater trazendo fatos e argumentos. Não vou entrar no assunto da comparação entre a tragédia do holocausto judeu sob o jugo nazista e a tragédia palestina sob o jugo sionista pois, como eu já disse por aqui ou em outros sites, um inocente morto já são mortes demais. Ademais, não se trata de uma competição para ver quem sofreu mais. Por outro lado, eu já falei por aqui que os judeus, que ao longo da história foram duramente perseguidos e oprimidos, deveriam se policiar para não perseguir e oprimir outro povo.

      Quanto à sua discussão de que os palestinos são os verdadeiros descendentes dos hebreus, você cita professores universitários israelenses. Tem algum outro além de Shlomo Sand? Bom, de qualquer maneira, eu já expressei minha opinião sobre o livro de Sand, e mesmo que todos os judeus ashkenazim (oriundos da Europa) tenham se originado de uma tribo convertida – o que para mim é difícil de conceber, já que estes deveriam ter tido contato prévio com comunidades judaicas na região antes de sua conversão, e que haviam muitas outras comunidades judaicas espalhadas pela Europa – essa conversão os tornou parte do povo. Além do que, ainda nem levamos em conta a outra metade do povo judeu, os sefaradim (oriundos do Oriente Médio), que não se converteram e permaneceram na região por séculos.

      Já quanto aos palestinos serem descendentes dos hebreus, a coisa piora. Você diz que eles “se converteram ao cristianismo e depois ao islamismo, ou continuaram judeus”. Mas se continuaram judeus, então como viraram palestinos muçulmanos? Os estudos da origem dos palestinos são inconclusivos, e geralmente suas conclusões são influenciadas por alguma agenda política. O historiador Rashid Khalidi já alertou várias vezes contra os esforços de alguns nacionalistas palestinos de se ler a história anacronisticamente para se forçar a antiguidade de uma consciência nacionalista que é relativamente moderna.

      Mas de qualquer forma, eu sempre digo que essa discussão de “quem chegou primeiro” é tangencial ao assunto, e basear um debate em argumentos como esse como forma de justificar o “direito” deste ou daquele grupo à terra é enfiar a cabeça num buraco para não enxergar a realidade em campo: há ali dois povos distintos que, bem ou mal, já se encontram estabelecidos há gerações. Nenhum deles irá aniquilar o outro por completo, então ambos devem aprender a aceitar a presença um do outro, e devem aprender a respeitar o outro e conviver com ele. E se de um lado eu digo aos colegas comentaristas sionistas que Israel deve proporcionar dignidade e auto-determinação aos palestinos, começando pelo congelamento de toda e qualquer expansão de colônias na Cisjordânia, de outro eu digo que já é hora dos palestinos se voltarem contra seus elementos mais radicais e fanáticos, e denunciarem seus discursos incitando o ódio a todo e qualquer judeu, e incitando também a destruição de Israel. Está na hora dos palestinos forçarem o Hamas a redigir uma nova carta de princípios, que não contenha hadiths anti-semitas nem referências a obras duvidosas como “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Infelizmente eu não acredito que isso ocorrerá num futuro próximo, tanto quanto eu não acredito que Israel não irá se retirar da Cisjordânia e entregá-la por completo aos palestinos num futuro próximo. Ambos os lados devem caminhar em direção à paz, mas parece que nenhum dos dois quer dar o primeiro passo. E enquanto ficam trocando acusações, pessoas inocentes sofrem e morrem em ambos os lados do conflito que se perpetua.

      1. Antes da invasão de europeus, na Palestina viviam pacificamente judeus (hebreus que continuaram judeus, cristão e muçulmanos. Todos eram palestinos. Por que o Hamas e os palestinos tem que mudar suas posições e não os sionistas? Estas negociações são uma fraude. Tu mesmo falas: Não acredito que Israel vá se retirar. Se não vão se retirar, estão negociando para enrolar e continuar a criar fatos consumados. Veja que durante as negociações estão aumentando sua colônias. Isto é aceitável ? Cada vez que um palestinos de explode, levando com ele inocentes, quem tem que se envergonhar é o mundo que permitiu o roubo das terras do povo nativo e o levou a este nível de desespero. A única forma de eles mostrarem que estão vivos é continuarem lutando. Só assim o mundo poderá tomar alguma atitude. Podes imagina um lobo e uma galinha sendo colocados em uma sala, sozinhos, para “negociarem a paz” ? Quanto ao Shlomo, ela faz parte de uma grande quantidade de judeus revisionistas que tem consciência da fraude que se impôs ao mundo com esta invenção de um “povo judeu” no mundo todos. Como tu agirias se um bandido invadisse tua casa, expulsasse tua família e nas negociações dissesse: “Vamos abrir mão do quartinho da empregada, pode ficar com ele” ? Irias aceitar ? Veja as propostas que já foram feitas ! Me envie uma e-mail: jc.macluf@uol.com.br, e te enviarei uma estudo do Grupo israelense Gush Shalom e artigos de Uri Avnery sobre as “Generosas ofertas de Barak” ! Uma vergonha que o mundo não enxergou e culpou Arafat pelo fracasso das negociações.

        1. JC, se você ler meus outros comentários, verá que eu tento sempre enxergar o ponto de vista dos palestinos, e denuncio atos hipócritas como a expansão de assentamentos enquanto se inicia uma nova rodada de negociações de paz. Já mencionei várias vezes que, do lado israelense, o mínimo que eles deveriam fazer para começar um processo de paz é congelar expansões nos assentamentos, e começar a planejar uma retirada total da Cisjordânia, sem essa história de bantustões. No meu comentário a você, eu disse o que eu acho que os palestinos devem fazer em nome da paz – ao mesmo tempo em que os israelenses deveriam fazer a parte deles.

          Não é uma questão dos palestinos mudarem suas posições e os sionistas não, é justamente os dois cederem para poderem se encontrar no meio do caminho. A solução que existe ali no meio com certeza não será considerada justa por nenhum dos dois lados, mas será uma solução possível e que abrirá espaço para a convivência.

          Matar inocentes é errado e nunca justificável – seja de que lado do conflito você estiver. Quando um palestino explode levando com ele inocentes, quem tem que se envergonhar são os líderes que o incitaram a isso, ao invés de buscarem uma solução diplomática. Assim como o governo israelense deveria se envergonhar com as “mortes colaterais” de palestinos inocentes, entre eles idosos e crianças, cada vez que ataca uma base terrorista, ao invés de tentar justificar.

          JC, analisando friamente, é impossível que Israel simplesmente deixe de existir, assim como é impossível que Israel consiga aniquilar todos os palestinos. Ambos os povos irão permanecer na região, resta escolher se será numa eterna e sangrenta guerra, ou em paz e convivência harmoniosa.

          Assim, qualquer líder palestino que resolva não ceder a nada aquém de 100% da Palestina ou está se iludindo de que esse objetivo é possível, ou está impondo um objetivo obviamente impossível para poder se manter na liderança de seu movimento indefinidamente já que, ao se atingir tal objetivo, o movimento perderia sua necessidade de existir e o tal líder temeria perder sua posição de prestígio.

          Os judeus que lá moram não são europeus, são israelenses. Aliás, aproximadamente metade da população judaica de Israel nem é de origem européia, mas foi expulsa de países muçulmanos. Em um de seus comentários você conclama os judeus israelenses a voltarem para a Europa. E será que os judeus sírios seriam aceitos de volta em Aleppo? Os judeus egípcios não seriam chacinados no Caro ou em Alexandria?

          Da mesma forma que você os conclama a ir para a Europa, muitos judeus conclama os palestinos a se mudarem para a Jordânia, o Egito, o Líbano ou qualquer outro país muçulmano. E assim como os judeus acham sua proposta da Europa absurda, com certeza os palestinos acham essas propostas absurdas também.

          Da mesma forma que eu falo aos meus colegas comentaristas judeus, falo a você – tente enxergar as coisas com os olhos dos israelenses, ao menos por um momento. E da mesma forma que tento mostrar aos judeus que nem todo palestino é terrorista e que isso é preconceito, nem todo israelense é assassino fanático. Com menos acusações raivosas e mais diálogo, estaremos no caminho certo para a paz.

    4. JC MACLUF, vou desenhar pra você: a ONU é um´cabidão’ de empregos; EUA serve-nos (não digo respeito à Israel), mas é moeda de troca…apenas um meio para algo inimaginável!
      Você deve ser um daqueles meninos mimados que não saem de casa sem a mãe e acreditam que a popularidade da Dilma REALMENTE subiu nos últimos dias!
      Existem grupos, invisíveis aos teus olhos, que manipulam esta realidade para um propósito que você, nem em cem vidas, o descobriria! Não temos distinção de classes…apenas de mentes:mais ou menos adestradas à sobrevivência!!!

      Você é como uma marionete, e este folhetim também! Estamos de olho nos comunas espalhados na máquina pública, nos jornais, na política…eles não ‘acreditam’ em nada:problema deles!!! Armaram pra eles mesmos! O caos chegará, e prosperaremos nele!!!
      Sempre sobrevivemos e prosperamos em quaisquer épocas!
      Não seguimos o fracassado Maquiavel (argh!), mas à Verdade Suprema!

  18. Toda vez que Israel cede, vem uma onda de violencia1 há sete anos Gaza foi repassada unilateralmente e se transformou na base de lançamento de 10 mil foguetes ,obuses e mísseis.
    Nào nos esqueçamos que abbas foi acessor do Serial Killer Arafat, que foi o terceiro homem que mais liquidou ju//d//e/u//s no sec.XX so perdendo p o bigodinho da Alemanha e do bigodao da Russia! esse tipo de gente so pode ser apreciada 7 palmos abaixo da terra!!!!

  19. O Islã de ideologia Sa//n/gui//na//ria entrou na fase de IMPLOSÃO e AUTO-CANIBALIZAÇÃO!!! A TOTAL CONVULSÃO INTERNA DOS INIMIGOS DE ISRAEL É O PRENÜNCIO DE NOVOS TEMPOS!!!!

  20. a palavra as//sa/s//s/i/n//o vem do arabe Haxaxin que quer dizer, consumidores de haxixe ,uma referencia a um grupo de pistoleiros homicidas que tinham seu prestimos contratados por monarcas arabes para eliminação de oponentes politicos! É preciso dizer mais???

  21. Está escrito no Corão que quando Muhammad/Maomé voltar ,os j//u/d//eu//s se esconderao atras das arvores e as proprias arvores os denunciarao, entregando-os para a DEGOLA!!!!!ë preciso dizer mais?????

  22. 100 mil arabes muçulmanos saem dos “territórios ” e vao trabalhar em Israel diariamente, porque onde vivem, não há trabalho e o unico e exclusivo interesse deles eh comprarem o pao e o leite de cada dia! Pena que os jihadistas nao pensam o mesmo!

    1. Isto somente acontece por que a Palestinos foi invadida, os palestinos roubados, assassinados e expulsos de sua terra natal. Europeus invasores e assassinos, voltem para sua terra e deixem os palestinos viverem em paz !!!!

      1. JC MALUF,OUTRA VEZ? QUEM MATOU OS PALESTINOS E OS EXPULSOU FOI A JORDANIA.E NAO ISRAEL.O que voce quer
        fazer? Mudar a Historia com suas mentiras?
        Mentira tem perna curta e so voce acredita
        naquilo que escreve,mais ninguem.

        1. Realmente. As forças sionistas que criaram gangs de terroristas como Stern, Irgun, Haganá que praticaram os maiores crimes, assassinando milhares de palestinos como em Deir Yassim e centenas de outras vilas, deve ser jordanianas. Não seja ridículo cara. Para de defender bandidos assassinos e nazistas.

  23. ASSISTAM ABAIXO:

    http://www.youtube.com/watch?v=JsePdGlglxA

    Nesta palestra para a Conferência sobre a Palestina, em Stuttgart, o brilhante professor e humanista israelense Ilan Pappe faz uma magnífica exposição do significado do sionismo: suas características inerentemente colonialistas e racistas.

    Ilan Pappe também revela como é enganosa a ideia propalada por certos círculos da “esquerda” europeia de que entre os sionistas israelenses há forças democráticas de esquerda que estariam interessadas em chegar a uma solução justa com os palestinos. Ilan Pappe deixa patente que não há diferenças significativas no comportamento colonialista e racista tanto da direita como da “esquerda” sionistas. Ambas correntes compartilham igualmente o objetivo e o desejo de livrar-se da presença do povo palestino nativo. A única grande diferença está em que a “esquerda” sabe manipular as palavras muito mais habilmente que seus pares direitistas. Daí que, para os que lutam realmente para o fim do colonialismo naquela região, esta “esquerda” seja até mais perigosa do que a direita aberta e declarada, uma vez que, com seu palavreado ardiloso, ela consegue neutralizar boa parte da intelectualidade europeia, que parece contentar-se tão somente com palavras de efeito, independentemente da realidade sobre o terreno.

    Para Ilan Pappe, a luta contra o colonialismo e o racismo na Palestina exige que o combate seja feito primeira e abertamente contra a ideologia que o impulsa, sustenta e ampara, ou seja, contra o sionismo. Sem a derrota ideológica do sionismo não há perspectivas de paz e justiça na Palestina.

  24. JC MALUF voce acha mesmo o Ilan Pappe
    brilhante? Que bom.E so voce e os Antissemitas como ele,que e uma maca
    podre numa plantacao inteira.
    O que voce acha dos mais de 500 mortos
    no Egito? E dos outros 400.000 mortos na
    Siria.Voces gostam de se matar,nao e?
    E o Hezbollah que tomou mais uma.Do que nos estamos falando mesmo?

    1. Estou preocupado com os mais de 8 milhões de palestinos que estão em campos de concentração nazissionistas e mais 4 milhões que sobrevivem em uma prisão a céu aberto. Que estão diariamente sendo roubados e assassinados por europeus. Neste problema está meu foco. Mas, claro que lamento o que está acontecendo em outros países árabes. Particularmente na Síria que está sofrendo uma terrível ataque da forças internacionais criminosas. Mas, como a Palestina, a Síria vai resistir. Mas se estes europeus tivessem ficado em sua terra, nada disto estaria acontecendo.

      1. JC, não quero desmerecer o sofrimento do povo palestino, mas novamente venho lhe dizer que forçar analogias ao período nazista não ajuda em nada e é uma comparação desproporcional.

        Apesar das condições em Gaza e na Cisjordânia estarem bem aquém do ideal, estão longe de ser campos de concentração ou prisões a céu aberto. Se quiser comparar com as condições em favelas, acho uma comparação mais adequada. Não quer dizer que as condições não sejam sofríveis, mas os palestinos ao menos conseguem mal e mal levar suas vidas adiante. Eles têm lojas, hotéis, até um shopping center em Gaza.

        Respeite o heróico esforço do povo palestino, que apesar de tudo tenta levar uma vida normal no meio do caos e da miséria, e não os vitimize assim.

        1. Conseguirias nascer, viver, ver seu bisavô, avô, pai, e ver ser filhos nascem e morrerem sem ter uma solução para seu drama? Desculpe, mas o drama do povo palestino supera em muito os massacres nazistas. Este se deram por uma período de uns 5 anos. O do povo palestinos por mais de 60 anos. Sempre falo uma ditado: PREFIRO UM FIM COM TERROR, DO QUE UM TERROS SEM FIM !!!

  25. Diogo Bercito,se voce conhece um pouco
    da Historia do Oriente Medio,ja que aqui
    neste Blog se chama Orientalissimo.
    Explique aos DESORIENTADOS de que
    Palestinos foram explusos e mortos pela
    JORDANIA.E que ninguem aqui no Oriente
    Medio os quer,so nos,Israel,e que temos
    que aceita-los,PORQUE? Nao e de nosso interesse te-los conosco se os Paises
    Arabes os odeiam tambem.

    1. Fabio, já que você é um profundo conhecedor de história, me explique então o que ocorreu durante a guerra da independência de Israel em Deir Yassin, Lydda, Beersheba, Ein-al-Zeitun, Abu-Shusha, Madhar, Balad-al-Shayk, Safsaf, entre outras aldeias árabes. E me explique também o que foram o Plano Dalet e a Operação Gideon.

      É claro que tambem ocorreu um número equivalente de massacres e expulsões de aldeias judaicas por forças árabes, mas isso não quer dizer que massacres e expulsões de árabes por parte dos judeus não tenham ocorrido.

      Ademais, principalmente depois de Deir Yassin, os civis árabes temiam o que as milícias judaicas poderiam fazer com eles, e ao ver um grupo de soldados se aproximar de suas aldeias, não é de se espantar que a decisão da maioria era a de fugir.

      1. beto_w ou voce se faz de desentendido
        para nao dizer outra palavra se nao vou ser
        censurado.
        GUERRA e GUERRA,nao importa o que rola,neste caso especifico os ARABES queriam nos expulsar,pois foi prometido a
        eles por todos os Paises Arabes que eles
        teriam toda a parte que foi “”dada”” a
        Israel,entendeu ou nao?
        Os Arabes eram em maior numero,se voce
        nao sabia,e assim mesmo tomaram um pau que eles nao podiam imaginar,alias
        como sempre.Portanto a conclusao e a
        seguinte: Eles nao estao satisfeitos que
        venham tomar de volta,pronto,e facil assim.Agora,eu te digo uma coisa,voce
        nao entende nada mesmo de nada.EU DUVIDO QUE VOCE E JUDEU.

        1. Novamente, Fabio, você não apresenta nenhum argumento para contestar os meus, nem apresenta fatos que corroborem suas afirmações. Apenas tenta desviar o assunto com palavras agressivas e argumentos ad hominem.

          Eu citei uma série de eventos onde ocorreram chacinas e expulsões forçadas de árabes por milícias judaicas durante a guerra de independência, mostrando assim que os palestinos não foram expulsos e mortos apenas por jordanianos como você afirmou. Sua resposta, que mostra que você claramente entende muito mais do que eu a história do Oriente Médio, é de que “guerra é guerra”, e de que como os árabes queriam expulsar os judeus e eram em maior número, então as barbaridades cometidas por judeus contra árabes são justificadas. E depois dessa confissão escancarada – mesmo sem querer – de que houve uma tentativa de limpeza étnica, você ainda acha que Israel é a vítima nessa história toda? Ao menos em teoria, a liderança judaica havia oferecido aos árabes que desejassem permanecer nos territórios destinados a Israel plena cidadania, mas pelo que você diz, a oferta era da boca para fora, literalmente para inglês ver, não é?

          Quanto a você acreditar ou não que eu sou judeu, isso é completamente irrelevante, já que não é isso que me habilita ou não a conhecer e discutir o assunto.

          1. Vocês se esqueceram das outras ‘divisões’ do Judaísmo! Comentários baseados numa cultura, lógica, ciência ateísta-marxista-relativista que desconhece os ‘bastidores’ do poder! Existem judeus onde menos se espera…até no seio do Islã!!!

            Israel será sempre Israel!!!!

    2. Realmente…. o massacre de Deir Yassim foi praticado pelos jordanianos. Que declaraçãozinha mais grotesca!!!!

      1. JC MACLUF, vc e seus partidários do caos estão com os dias contados:sejam judeus, muçulmanos, cristãos…!

        Sodoma e Gomorra; o Dilúvio; não se esqueça que d’Ele! Nunca!!! Pense nisso!!! Preserve tua alma!!

  26. Quem é mais democrático: existem raves em Israel, parada gay…e nos países árabes ? Sacou, meninada! Isso não é assunto para moleques imberbes, cheios de pelos nas mãos: deixem os ‘adultos’ resolverem isso!

    Nem tudo o que existe é visível, sacaram ? Existem guerras em diversos planos, e Israel sempre sai ganhando no final.Não venham chorar depois!!!

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