Enterro

Estive, hoje cedo, na Cisjordânia. Fui assistir ao enterro do prisioneiro Maysara Abu Hamdiyeh, morto na terça-feira. Ele foi enterrado como mártir, em Hebron, sob tiros de metralhadora e cânticos, e cercado de bandeiras do Fatah e do Hamas. No post anterior, já escrevi sobre essa questão –e ela deve estar pelos jornais, nos próximos dias. Por ora, fiquem com esse registro curto de um ritual impressionante.

Comentários

  1. Mais um terrorista assassino enterrado como mártir pelos palestinos.
    Enquanto perdurar o pensamento de não reconhecerem o direito de Israel existir e coexistir com segurança e, de não abandonarem o propósito de que a destruição de Israel ( consta no estatuto do hamas e o hizbullah apóia ) seja mais importante que a própria criação de um Estado Palestino, a paz será cada vez mais difícil entre palestinos e israelenses.

  2. É perturbadora (e de notável racismo) a manipulação da palavra “terrorista”. Ora, ainda mais vindo de quem defende um Estado que nasceu à força, fazendo uso banal do terrorismo, e não só celebram os terroristas, como como os elegem para os mais altos cargos (como Yezernitsky, Rabin, Sharon et al.) Isto está muito bem documentado na história, inclusive sob a tutela de historiadores sionistas.
    Por definição, podemos aplicar o mesmo para terrorismo de estado, que vem sendo denunciado e reportado minuciosamente.
    Quanto à critica ao Hamas, bom, é falta de tato e cegueira política.
    Podemos criticar o Hamas, por exemplo, por suas políticas de execução de “colaboradores”, ou ao confisco de imóveis em terrenos públicos, mas repetir como papagaio que o partido está comprometido com a destruição de Israel, não é legítimo, nem sério. E apelar para a carta da partido, denota falta de conhecimento, de por exemplo, a existência de carta semelhante do Likud.
    Acho que mais do que retórica, as ações são o que ditam quem está comprometido com o quê. O Hamas, tem respeitado os acordos de cessar-fogo (apesar das incursões e agressões continuas, e do bloqueio à Gaza), o Hamas está disposto a negociar a solução de dois Estados com base na resolução 181 da ONU, e assim abandonar a resistência (que o Likud rejeita), o Hamas tem cumprido com a segurança de fronteira. E o contrário?
    É de se notar que o financiamento inicial do Hamas, se deu por mãos israelenses, que precisavam divergir a populção palestina ao Fath, em uma tentativa colonialista de dividir para conquistar.
    Me entristece, como ser humano e descendente de judeus espanhóis, o sofrimento de um povo ser explorado como justificativa para impor o mesmo tipo de tratamento à outro. Me entristece a falta de conhecimento e a cegueira política tirar qualquer objetividade e razão, para dar espaço ao racismo, puro e simples. E mais do que tudo, me preocupa, não o fato do sionismo persistir, porque se tem uma coisa que a história nos ensina é que regimes de tal natureza não perduram, mas sim o fato de quando esse regime desaparecer, ser tarde mais, e no final o sionismo ser mais danoso para os judeus do que para qualquer outro.

    1. Martin,muito bem colocado mas essa percepção dificilmente é levada em conta pelos simpatizantes do regime sionista ainda mais hoje com Israel detendo mais do que nunca o poderio militar e político na região fazendo jus a política de dominação e expansão pela força característica histórica de todo Estado q é mais forte.O final dessa história a própria história cansa de mostrar qual será.O que é triste, pois Israel poderia ser uma liderança natural na região por outras vias.

  3. Como eu escrevi anteriormente, as cartas são um não começo para qualquer não-debate.
    É possível entrar no site likudinista, e ler a plataforma, podemos olhar para as propostas do Shas e sabermos o que temos, podemos ler manifestos dos fundadores do sionismo (como o Muro de Ferro), e partir daí formar o conjunto político-ideológico que impregna Israel.
    Agora Khalid Mash’al em entrevista:
    http://www.charlierose.com/view/interview/11032#frame_top

  4. Com certeza não teremos a tal “carta do Likud”.

    O fato da única democracia do Oriente Médio ser um Estado judaico, afronta, desde mesmo antes de sua criação, os que consideram que aquela região seria toda um território muçulmano. A não aceitação e o não reconhecimento do Estado de Israel é o entrave para a paz e não os palestinos em si. A criação de um Estado Palestino poderia ter sido concretizada desde 1947, preferiram com a ajuda de cinco exérciitos árabes “jogarem os judeus no mar”. Não conseguiram. Assim como não conseguiram nas diversas guerras que se seguiram.
    Hojé a campanha de demonizar e deslegitimizar Israel é a forma goebelliana encontrada para o combate. Países onde inexistem direitos individuais, gays são perseguidos, mulheres são tolhidas de quase tudo, onde outras religiões são pouco toleradas, onde contrários ao poder reinante são presos aleatóriamente, junto com seus seguidores e admiradores, são os que hipócritamente propagam que Israel é que seria o estado racista da região.
    Israel desde sua Independência luta pela sua sobrevivência. Outros optaram e continuam apostando na sua destruição. O dia que a opção for, repetindo, pela aceitação que existe de fato um Estado judeu e, que este deva ser respeitado como o são os diversos Estados islâmicos existentes, haverá, então, paz naquela região.

    1. Luiz,o seu pressuposto de que o conflito israelo-árabe tem como causa a não aceitação do estado de Israel por parte dos árabes torna as suas observações lógicas e ao mesmo tempo impossível a qq discurssão convergente com os opositores a política do regime sionista(não da existência do Estado) q possuem o ponto de vista histórico da participação dos sionistas do passado na origem do conflito(mas isso é papo pra outros posts,caso haja oportunidade pra isso).Shalom e Salaam aleikum.

  5. Caros leitores, este blog não aceita comentários de ódio. Começamos esse diálogo com a palavra shalom, que significa paz em hebraico, ou salaam em árabe. Eu sou um entusiasta de qualquer discussão, mas por favor sem agredir uns aos outros, a mim incluso. Apaguei os comentários anteriores que serviam de resposta a observações já deletadas. Isso não quer dizer que eu concorde ou discorde de qualquer coisa.

    Obrigado.

  6. Diogo,se voce nao sabe,este enterro que
    voce assistiu e de um Idiota que organizou
    em 2001 fazer um ataque suicida a Jerusalem,onde 11 judeus foram mortos.
    Ele estava condenado a perpetua.
    Voce achou este enterro emocionante?
    E os que morreram,o que voce acha?
    Voce ja foi ao yad va Shem? ao museu
    do Palmach? sera mais instrutivo e entender a historia dos judeus e de Israel.

    1. “que organizou em 2001 fazer um ataque suicida a Jerusalem,onde 11 judeus foram mortos”

      É mesmo ? E o que será que levou ele a fazer isso ???

  7. Ricardo,se voce se der o trabalho de ler
    so um pouco vera que ele e de mais um
    grupo de terroristas covardes,e claro,
    que cujo objetivo e matar,so matar,de
    preferencia se voce nao sabe,judeus,seja
    onde for,de preferencia em Israel.Entendeu?

    1. “Ricardo,se voce se der o trabalho de ler
      so um pouco vera que ele e de mais um
      grupo de terroristas covardes,e claro,
      que cujo objetivo e matar,so matar,de
      preferencia se voce nao sabe,judeus,seja
      onde for,de preferencia em Israel.”

      Entendi que ele organizou um atentado, peguntei o que o levou fazer isso e você não respondeu. Não sabe ou não quer saber ? Acho que quem precisa começar a ler é você. E sobre os atentados terroristas feitos pelo Irgun e outros grupos terroristas ? E sobre os atentados terroristas relaizados pelo exercito israelense ? (Terrorismo de estado , não é terrorismo ? )

  8. Aliás, o teu raciocínio de que eu sou obrigado a defender uma ideologia natimorta, por ter ascendência judia, e que vai contra o humanismo judaíco, é por natureza antisemita.
    E como se ser judeu ou não tornasse a crítica menos legítima.
    Isso não é argumento, é outra coisa.

    1. Voce deve ser tão judeu como eu sou budista !

      Ascendência judia ??? Se tivesses, ao invés de criticares a tal ideologia morta que, tornou Israel um dos maiores países do mundo em ciência e tecnologia, nas artes e no progresso da medicina. Com vários ganhadores de prêmios Nobel. Um dos melhores IDH do plâneta.

      Realmente é um natimorto que não para de dar certo em contribuir para o progresso da humanidade.

      Em contrapartida, os que você defende ferozmente deram ao mundo a grande tecnologia dos homens bomba.Cada vez mais letais e sanguinários.

      Questão de gosto.

      Definitivamente não judaico.

      1. Mais uma vez racismo velado. Parabéns.
        Eu defendo direitos iguais à uma população nativa que foi (ainda o é) vítima de massacres, foi expulsa, tem seus direitos mais básicos negados e tem a realidade de um sistema de apartheid para dar espaço à uma população exterior.
        Eu defendo 1 país, com direito iguais à todos, defendo o direito de retorno, defendo uma democracia (essa sim, de verdade) para todos, independente de credo, um homem, um voto. Como isso me faz uma pessoa má? Onde estou defendendo o terrorismo? Já você defende a morte, e advoga pela opressão. Quem é o antisemita? No que você se difere de um “terrorista”?
        E continuo afirmando que nada pode ser mais antisemita do que o Sionismo (sim, natimorto como o fascismo, e outros supremacismos), e que no fim, vai estar na balança para julgar o que foi este Israel.
        E a Hasbara, bom, essa você pode guardar pra quem compra.

        1. Perguntas :

          1. Defina apartheid.

          2.Que massacres estão sendo realizados.
          Defina massacre.

          3. Que democracia se refere ? A dos países árabes ? Não existem eleições em Israel ?

          4. Onde está o racismo velado no meu texto ?

          5.Onde defendi a morte no meu texto ?

          6.Onde tiraste a idéia de que não difero de
          um terrorista ? Está no meu texto ?

          7.O sionismo é antisemita ??? Me explique melhor essa loucura !

          Aguardo as respostas. Faça pontualmente 1,2,3,4,5,6 e 7.

          Não quero me perder nos devaneios.

          1. Essa tentativa de tentar desvincular Israel ao sionismo ou vincular Israel com sionismo !
            De tentar dissimular o ancestral antisemitismo, tornando-o mais moderno e palatável como antisionismo (Nada contra os judeus, desde que não se defendam, se deixem matar ou desapareçam de
            Israel).
            De descobrir que muitos israelenses não são sionistas !!!!
            Tantas elocubrações para quem não soube interpretar o que dizia o texto. Ou pior tentou contestar e contextualizar o que não foi escrito.

          2. Não costumo fazer isso, por respeito próprio e para preservar a qualidade do debate (ainda sou ingénuo o suficiente para imaginar que alguém que defenda uma posição em debate, sabe de facto a sua história), mas aqui vejo uma oportunidade. Vamos lá:
            1 – Apartheid, à luz do direito internacional, é definida como a forma institutocionalizada de racismo, no qual Estados estabelecem leis as quais funcionam como aparato para cometer atos desumanos com o propósito de estabelecer e manter a dominação de um grupo racial de pessoas sobre outro, os oprimindo sistematicamente. Pronto, agora você sabe.
            2-Massacre: s. m. Matança; carnificina. (Aqui no sentido de limpeza étnica)
            Posso listar alguns de uma longa lista, que vai desde tão cedo como 1946 até ano passado (não contarei crimes de colonos ilegais, nem assassinatos):
            a) Deir Yassin : Apesar da população ter assinado um acordo de não-agressão com a Haganah, 100 militantes dos grupos Irgun e Lehi (armados pela própria Haganah e com apoio da Palmach) invadem de assalto a vila de 650 habitantes e massacram, pelo menos, metade da vila. Não foram poupados mulheres e crianças. (Morris, Birth)
            b) Al-Faluja: Vila de cerca de 4.700 habitantes tomada de assalto, onde o ataque inicial resultou no massacre de 50 pessoas pela Haganah. Após ocupar a vila, os militantes engajaram em espancamentos, roubos e estupros. Posteriormente a vila foi completamente esvaziada e destruída. (Morris, Birth)
            c) Ad-Dawaymiya: Vila com cerca de 4000 habitantes, nos arredores de Al-Khalil, tomada de assalto, massacrando 100 pessoas. O correspondente do jornal israelita ‘Al ha-Mishmar, na época, descreve crianças mortas à pauladas na cabeça, e uma casa explodida após o comandante ter ordenado que reunissem as mulheres mais velhas da vila dentro da mesma. Um soldado admitiu ter estuprado uma mulher, e subsequentemente a matado.
            d) Ein Az-Zeitoun: Concentração à força de toda a população da aldeia na mesquita central, sendo a mesma posteriormente dinamitada com os habitantes dentro.
            e) Sharafat: Violando a linha do armistício, soldados israelenses invadem a vila, e explodem casa. 10 pessoas mortas, sendo 2 anciões, 3 mulheres e 5 crianças.
            f) Khan Younis: Soldados ocupam vila, e campo de refugiados. Investigação da UNRWA descobre 275 civis desarmados assassinados por esses soldados.
            g) Sabra e Shatila: em conjunto com falangistas, cercam campo de refugiados, e com apoio de morteiros e tanques chacinam mais de 3,000 pessoas.
            h) Ain Al-Hilwee: Ataque aereo, separado em duas partes, à campo de refugiados. No primeiro ataque, 31 mortos. O segundo ataque, feito enquanto feridos do 1 ataque eram atendidos, resultou em mais 34 mortos.
            i) Mesquita Ibrahimi (Gruta dos patriarcas)
            j) Al-Aqsa, 2000.
            k) Gaza, 2009.
            l)Gaza, 2012.
            3) a) Democracia: forma de governo em que cidadãos elegíveis tem dizeres iguais sobre o papel do governo em suas vidas. Democracia cobre o igualitarismo de condições sociais, econômicas, legais de culturais do povo.
            b) Vide resposta 1
            4) Enquanto eu defendo os direitos de um povo e condições iguais, você encara isso como: “os que você defende ferozmente deram ao mundo a grande tecnologia dos homens bomba.Cada vez mais letais e sanguinários.” Isso é racismo, e se não fosse o bom senso do Diogo (mais uma vez, obrigado), teríamos mais exemplos.
            5) Você defende, em termos gerais, o extermínio do que você considera ameaça (isso é advogar pela morte). Não disse necessariamente, no texto.
            6)Você acusa terroristas de extremismo e radicalismo ideológico , pelo simples fato de o serem. Você é extremista, logo…
            É uma via de duas mãos.
            7) a) Porque o sionismo atual (revisionista) foi buscar essência em ideologias nacionalistas radicais, como o Nazismo (Jabotinsky);
            b) Porque o alguns sionistas proeminentes tentaram acordo com os nazistas e fascistas (Stern);
            c)Porque árabes são semitas;
            d) Porque o que mais alimenta hoje a enorme má imagem pública de Israel no mundo, e por consequência alimenta o oportunismo de antisemitas (esses sim, de verdade), é a política sionista.

            Se você acha que Israel não sobrevive ao sionismo, e explora a vitimização em troca de uma comparação besta entre antisemitismo e antisionismo, bom, o problema não sou eu, não são os outros, não é o mundo. Não existe uma grande conspiração antisemita.
            Não é à toa que Israel é o maior cliente de vetos americanos na ONU, nem o campeão de resoluções da mesma, não é à toa que a opinião pública internacional, em grande maioria, considera Israel uma má influência, não é à toa que movimentos como o BDS crescem em popularidade, não é à toa que em países como Irlanda, África do Sul, Espanha, Estados Unidos, e Reino Unido (não é um país, eu sei) o boicote acadêmico é de grande adesão, não é à toa que no meio acadêmico o debate é da questão de QUANDO o sionismo vai cair, ao aposto de SE vai cair, não é à toa que existe um boicote artístico ganhando voz. Os israelenses antisionistas existem, os judeus antisionistas existem, estão organizados, e são grandes vozes na defesa do povo palestino.
            Mais mastigado e didático do que isso, impossível. Se mesmo assim tiver problemas de compreensão, sugiro um curso rápido.
            E não fazemos disso um hábito, ok?
            Bom domingo!

            P.S.: Para evitar a evasiva propagandística usual, optei por usar Benny Morris, historiador israelense e sionista, como fonte.

          3. Para se esclarecer melhor. Se é que seja possível !

            1.O termo apartheid se refere a uma política racial implantada na África do Sul. De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito a voto, detinha todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista.

            Todos os árabes israelenses tem direito a voto, podem votar e serem votados. Elegem representantes no Knesset de Partidos Árabes. Tem direito à educaçao e saúde pública como todos os cidadãos israelenses. Tem os mesmos direitos de ir e vir como todos os nascidos em Israel.

            2. Seu texto : “que foi ( ainda o é ) vítima de massacres…”.

            Mentira não existem massacres.
            Deve estar confundindo com a carnificina atual na Síria.
            Sua longa lista,conhecida por demais em sites islamofascistas, não difere muito ( menos os da propaganda palestina ) em números de vários pogroms, massacres e atentados terroristas cometidos por árabes contra judeus. Que começaram na década de vinte do século passado. Sob a liderança do amigo de Hitler, o Grande Mufti de Jerusálem, Haj Amin al-Husseini.

            “Massacre: s. m. Matança; carnificina. (Aqui no sentido de limpeza étnica)”. Realmente estais confuso confundindo Israel com a Síria.
            Faltou acrescentar o “genocídio do povo palestino” ou, até mesmo o “holocausto do povo palestino”.
            Ficará, com certeza, para outra oportunidade.

            3. Se desconheces Israel é a única democracia no Oriente Médio.

            Repetindo o já escrito :Todos os árabes israelenses tem direito a voto, podem votar e serem votados. Elegem representantes no Knesset de Partidos Áraes. Tem direito à educaçao e saúde pública como todos os cidadãos israelenses. Tem os mesmos direitos de ir e vir como todos os nascidos em Israel.
            Não existem restrições à nenhum credo,tampouco perseguições a outras religiões.

            4. Me explique porque afirmar que homens bomba que todos os dias e, em vários países, matam indiscriminadamente centenas de pessoas. Os números totais chegam à milhares. Números que suplantam todas as mortes em todas as guerras que Israel se envolveu.
            Que dizer o que vemos quase todos os dias (nos últimos anos) desta matança contra uma maioria absoluta de civis seja racismo.

            Francamente, se quem comenta é racista. Os assassinados devem ser os culpados. E os heróis nessa história são os homens bomba.

            5. Mentira sua ( nunca mencionado em meu texto ). Pelo menos, soube se retratar por tê-la feito.

            6. “Você acusa terroristas de extremismo e radicalismo ideológico…”.

            Outra inverdade não escrita por mim. Não rotulei terroristas de nada. Está se referindo novamente à palavras não escritas e ainda contextualizadas em devaneios de que eu seria terrorista por suposições fantasiosas.

            7. Você se engana mais a si do que aos outros.
            Toda essa cantilena encontrada em sites judeófobos, islamofascistas, jihádicos, nazistas, de “supremacia branca”, da direita fascista e da esquerda idiotizada é de fácil acesso e virou um mantra contra Israel.

            Porque árabes são semitas ! Donde sionismo é antisemita !!Patético !!!

            Prezado antiosionista, não antisemita ( são árabes ) . Por certo antiamericano e pró Rússia e China, que vetam tudo quando lhes convém ( ou não ). Impossível você ter sido mais didático. Uma grande lição de um humanista, um democrata, um libertário a serviço do mundo oprimido.
            Pena que seu mundo se restrinja à Israel ( o grande vilão ) e aos palestinos ( as eternas vítimas ).
            Essa visão maniqueísta externa é que retroalimenta a perpetuação de um conflito por parte de radicais ( dos dois lados ).
            E os que como você,que de longe, acreditam que desligitimizando e demonizando Israel conseguirão paz naquela região, meus pêsames, porque de radicais aquela área já os tem demais.

      2. “Realmente é um natimorto que não para de dar certo em contribuir para o progresso da humanidade.”

        Ele disse que a ideologia sionista é natimorta, não Israel. Vc parece confundir israelense com sionsita, o que não é verdade. Muitos israelenses não são sionistas e não aprovariam essa associação de que tudo o que conseguiram se deve a uma ideologia que eles não seguem.

  9. Prezados,

    Vamos manter o respeito neste espaço de informação, cultura e discussão sobre o Oriente Médio. Como sou leitor do blog…também gostaria de solicitar ao “ricardo” que use algum sobrenome ou apelido para que não haja confusão na autoria dos comentários.

    Pela atenção Obrigado.

    1. Ricardo Acanjo, visto que vc sempre coloca o sobrenome então não vejo que confusão pode ter. Vc usa ‘Ricardo Arcanjo’ e eu uso ‘ricardo’. Se surgir outro ‘ricardo’ eu mudo.

  10. Ricardo,mas e mesmo.Como voce chamaria
    aos teus argumentos.Uma critica ao Governo
    de Israel? e assim que os antissemitas
    escrevem e falam.E a melhor de todas e de
    que voce tem amigos judeus.Esta e a melhor.Ate o Martim tem descendencia de
    judeus sefaraditas,o que masi voce tem a dizer?
    Voce nao vai dizer que Israel e um Pais de primeiro Mundo e que nos exportamos tecnologia para o Mundo em todas as Areas.E Premios Nobel?
    Agora,me conta um pouco sobre como
    sao os Paises Arabes.O Egito,por exemplo,
    quando voce se hospeda em Cairo,a agua
    a ser tomada tem que ser engarrafada
    como a Perrier,porque se nao voce morre.
    Aqui em Israel voce pode tomar agua de
    qualquer lugar.

    1. Tirando as bobagens de antisemitismo e quem eu conheço e o que sou, a unica coisa que sobra é a sua comparação de israel com os países arabes.

      Bom, o que uma coisa tem a ver com a outra ??? O fato de os países arabes estarem atrasados em desenvolvimento cientifico e tecnologico é alguma especie de carta branca para Israel fazer o que quiser ??? Os palestinos não tem premios nobel, não tem ciencia, logo podemos tomar as terras deles. É isso ?

    1. Fabio, faça como o luiz rechtman que apresenta argumentos (embora eu não concorde, pelo menos pode-se debater). Essas tentativass infantis de taxar todos de antisemita com essas perguntas são enfandonhas.

  11. Bom, fui eloquente o suficiente para um bom entendimento geral, não vejo motivo para as vossas confusões. Coloquei fonte onde se fez necessário, citei definições de acordo com o direito internacional, e respeitei você enquanto pessoa.
    Você não rebateu nada, evadiu, foi desonesto, repetiu mantras (propaganda, sem qualquer explicação ou fonte), e dedica boa parte do “raciocínio” com o ad hominem (que é falácia, e não argumento).
    E é justamente por esses motivos: a falta de conhecimento, desonestidade, e o desdém pela justiça na narrativa “etno”-supremacista, que o sionismo vai desaparacer.
    No fim do dia, é mais do mesmo.

  12. Martim,

    Aprender umas palavrinhas (falácia, ad hominem, apartheid), despudor em fazer auto-elogio (“fui eloquente o suficiente”), arrogância com os interlocutores (“Não costumo fazer isso, por respeito próprio”, “Se mesmo assim tiver problemas de compreensão, sugiro um curso rápido”) e ignorância convicta (sua definição de democracia, não saber de onde vem a perseguição à Israel na ONU) não substituem ter conhecimento do assunto.

    Lembre-se também que invocar ascendência judaica não dá mais peso ao que você diz. Aqui, na verdade, só piora sua situação. Se você tem ascendência judaica, ainda mais espanhola, tem obrigação de saber a trajetória de perseguição ao povo judeu. Tem obrigação de saber a história de Israel e as seguidas tentativas árabes de jogar os judeus ao mar.

    Apartheid não define o que ocorre em Israel de forma alguma. Israel não tem cidadãos de segunda classe. Os palestinos dos territórios ocupados não são e não querem ser cidadãos de Israel. Falar em apartheid apenas revela sua posição ideológica.

    Muito engraçado você usar o terrorismo de grupos judeus de décadas atrás, que foi devidamente suprimido pelo Estado de Israel quando chegou o momento crítico, para atacar Israel e não ver o terrorismo que acontece agora por parte de grupos dos palestinos, na frente de todo mundo. Isso só serve para revelar sua posição ideológica, não avança a discussão.

    Falar em terrorismo de Estado também não diz nada sobre Israel. O que Israel faz é combater grupos hostis que tentam matar sua população. Israel não atira foguetes a esmo, não promove atentados suicidas, não persegue a população civil. Novamente, o uso desse termo apenas revela sua posição ideológica, cega aos fatos.

    E essa bobagem de chamar o sionismo de ideologia natimorta? Israel não está aí? Firme e forte?

    Seu posicionamento sobre o Hamas também é uma tristeza. Não conseguir destruir Israel não é o mesmo que não tentar, não é o mesmo que não querer, não é o mesmo que baixar as armas.

    Com seus comentários sobre uso racista da palavra terrorismo e falar que sionismo é antissemita, nem vou perder tempo. Mesmo alguém com seu compromisso ideológico sabe o quão ridículos são.

    Seus argumentos são dolorosamente infantis e perigosamente convictos. Deixe disso, jovem. Abra a cabeça, reflita, não seja escravo de ideologias. Se Israel é tão mau, como é que a democracia funciona, como é que as pessoas são livres? Se os terroristas palestinos são tão inocentes e legais, como é que eles usam seus filhos para cometer atentados suicidas? Se o terrorismo de grupos judeus era errado já décadas atrás, por que o terrorismo de hoje não é?

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